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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Brasil, a Pátria Educadora decepciona e não atinge quatro das cinco metas para a Educação



Brasil, a pátria educadora, estipulou cinco metas através do movimento Todos Pela Educação. Destas, quatro não foram cumpridas, mostra relatório da própria ONG que aponta dificuldades relativas principalmente ao salto de qualidade. O documento ainda mostra desafios que o país precisa enfrentar urgentemente.

Os objetivos em questão são para 2022, apenas, mas há metas parciais que são monitoradas todos os anos. A primeira delas prevê que toda criança e jovem entre 4 e 17 anos esteja na escola. Nela, o Brasil está evoluindo bem, com 93,6% dessa população inserida nas escolas em 2013 — a meta para o ano era 95,4%.

A meta 2 — “toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos” — não foi avaliada pois os indicadores de 2013 ainda não foram divulgados. Mas o levantamento feito em 2012 tem dados alarmantes, que mostram que o Brasil está bem longe desse objetivo. Ou seja, as crianças estão na escola, mas não estão lidando com ensino de qualidade.

O Brasil ainda falha quando o assunto é o percentual de alunos com aprendizado adequado em matemática e língua portuguesa no 9º ano do ensino fundamental. Em 2013, foram 16,4% na primeira matéria e 28,7% na segunda. As metas eram, respectivamente, de 37,1% e 42,9%.

Dizendo respeito à conclusão em idade adequada, a meta 4 também não foi cumprida. No ensino fundamental, a conclusão até os 16 anos foi alcançada por 71,7% dos alunos, sendo que a meta era de 84%, número que segue bastante distante da realidade.

Por fim, a meta 5, que estipula ampliação do investimento na área e uma melhora na gestão dos recursos foi parcialmente atingida. Em 2013, o investimento público direto na Educação foi de 5,6% do PIB. No entanto, ainda existem grandes dificuldades com execução e gestão de lançamento, o que faz com que a meta não seja totalmente completa.[Fonte: Yahoo]

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Professor estadual com licenciatura ganha em média R$ 16,95 por hora

Levantamento do G1 comparou salários das redes estaduais do Brasil. Maior salário é o do Mato Grosso do Sul; menor é o de Santa Catarina.

O valor médio da hora nacional faz parte de um levantamento feito pelas equipes de reportagem do G1 em todo o país, junto aos governos estaduais e sindicatos, entre abril e junho deste ano.
Considerando a carga horária de 40 horas semanais de trabalho, o salário-base médio é de R$ 2.711,48 para professores com diploma de licenciatura no início da carreira.
O levantamento tomou como base essa categoria de docência porque as redes estaduais são as principais responsáveis pelo ensino médio, nível em que, para lecionar, é preciso concluir o curso de licenciatura.
Em média, o professor da rede pública estadual formado em licenciatura (ou seja, com diploma do ensino superior), recebe 57% do salário mediano dos trabalhadores brasileiros com formação equivalente. Segundo uma comparação feita pelo Cadastro Central de Empresas (Cempre) com base em dados de 2013, e divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na semana passada, o salário médio de trabalhadores com diploma de nível superior foi de R$ 4.726,21.
Maior salário
O estado que paga o maior salário, segundo o levantamento, é Mato Grosso do Sul. Lá, os professores com licenciatura recebem o salário-base de R$ 3.994,25 pelas 40 horas semanais, jornada padrão, de acordo com informações do governo estadual.
No outro extremo da tabela, o estado com o menor salário-base é Santa Catarina. Segundo o governo catarinense, os professores com licenciatura que trabalham 40 horas por semana ganham salário-base de R$ 1.917,78, mesmo valor do piso nacional, obrigatório por lei para os professores com formação mínima de nível médio.
Fórum vai acompanhar salários
Em entrevista ao G1, Binho Marques, secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino do MEC, afirmou que o ministério vai criar um fórum com a participação do governo, sindicatos e gestores estaduais e municipais para acompanhar e propor melhorias à lei que define o piso salarial nacional para os professores.
Ele afirmou ainda que a variação salarial entre os estados mostra a diversidade de planos de carreira locais. "É muito difícil fazer essa comparação, porque acaba sendo um pouco injusta. Tem estado que investe muito com salário do professor, mas o piso é baixo", disse ele.
Segundo Marques, há estados que "achataram" a carreira e, por isso, o salário inicial é alto, mas o teto salarial da carreira não é muito superior ao piso. Outras redes, porém, têm um plano de carreira com muitos degraus, o que faz com que o salário inicial seja baixo, mas o professor tenha mais oportunidades de subir na carreira.
Santa Catarina
A Secretaria de Educação de Santa Catarina, que, de acordo com o levantamento, é a única rede estadual a pagar aos professores licenciados o piso salarial dos professores de nível médio, afirma que outros estados já incorporaram a chamada "regência de classe", por isso o valor é maior.
Segundo a pasta, o governo negocia o salário com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte-SC). De acordo com a Secretaria, o valor de R$ 1,9 mil é "irreal" como salário-base, pois os professores recebem gratificações e o salário sobe para quase R$ 2,4 mil.
O levantamento considera apenas o vencimento inicial, excluindo as gratificações, que podem chegar a mais de 100% do valor do salário-base. É o caso do Maranhão, onde 100% dos professores em sala de aula recebem a Gratificação de Atividade do Magistério (GAM), no valor de 104% do salário-base. Assim, a folha de pagamento dos docentes maranhenses sobre para pelo menos R$ 4.985,44.
Jornada padrão e gratificação
Como cada estado tem autonomia para definir que tipo de contrato firma com os servidores da educação, as jornadas de trabalho variam entre 16 e 40 horas semanais.
Para poder comparar a remuneração entre os estados, o G1 converteu os salários-base referentes às jornadas reais para o equivalente à jornada de 40 horas.
Em alguns estados, o salário bruto dos professores é mais alto, porque o governo incorpora gratificações e subsídios, como auxílio-saúde, vale-transporte, vale-refeição e remuneração extra pela atuação em sala de aula, ou para professores que trabalham em áreas distantes ou consideradas de risco.
Há estados, porém, que não oferecem remuneração extra. Mato Grosso do Sul e Minas Gerais estão neste grupo, além de Espírito Santo, Goiás e Tocantins. Outros estados não informaram se oferecem ou não gratificação: Amazonas, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e São Paulo.
Lei de 2008
A lei que estabelece o piso salarial nacional para professores é de 2008 e determina diversas obrigações municípios, estados e à União.
Além de dever pagar pelo menos o valor fixado por lei para professores com formação de nível médio e jornada de 40 horas semanais, os governos devem ajustar o salário para outras jornadas de trabalho segundo o piso.
Ainda de acordo com a lei, na jornada total, pelo menos um terço das horas trabalhadas pelos professores devem ser fora da sala de aula (a chamada "hora-atividade").
Em alguns estados, porém, o cargo de professor com diploma de ensino médio já foi extinto, e só são contratados docentes que tenham formação de ensino superior. É o caso, por exemplo, do Amazonas e do Espírito Santo. Em outros estados, como no Ceará, há apenas algumas dezenas de professores nessas condições, e eles já não atuam mais em sala de aula.
Veja a seguir o salário-base dos professores (com diploma de licenciatura e jornada de 40 horas semanais) em cada rede estadual do Brasil:
ACRE*

Remuneração por hora: R$ 16,76
Salário-base mensal: R$ 2.681,27

ALAGOAS

Hora-aula: R$ 16,57
Salário-base mensal: R$ 2.651,82

AMAPÁ

Remuneração por hora: R$ 21,35
Salário-base mensal: R$ 3.416,32

AMAZONAS

Remuneração por hora: R$ 20,43
Salário-base mensal: R$ 3.269,49

BAHIA*

Remuneração por hora: R$ 12,04
Salário-base mensal: R$ 1.925,96

CEARÁ

Remuneração por hora: R$ 12,05
Salário-base mensal: R$ 1.927,43

DISTRITO FEDERAL

Remuneração por hora: R$ 24,12
Salário-base mensal: R$ 3.858,87

ESPÍRITO SANTO*

Remuneração por hora: R$ 19,83
Salário-base mensal: R$ 3.172,08

GOIÁS

Remuneração por hora: R$ 16,06
Salário-base mensal: R$ 2.570,08

MARANHÃO*

Remuneração por hora: R$ 15,27
Salário-base mensal: R$ 2.443,84

MATO GROSSO*

Remuneração por hora: R$ 23,76
Salário-base mensal: R$ 3.802,09

MATO GROSSO DO SUL

Remuneração por hora: R$ 24,96
Salário-base mensal: R$ 3.994,25

MINAS GERAIS*

Remuneração por hora: R$ 15,16
Salário-base mensal: R$ 2.425,50

PARÁ

Remuneração por hora: R$ 12,05
Salário-base mensal: R$ 1.927,60

PARAÍBA*

Remuneração por hora: R$ 13,30
Salário-base mensal: R$ 2.128,51

PARANÁ

Remuneração por hora: R$ 15,46
Salário-base mensal: R$ 2.473,22

PERNAMBUCO

Remuneração por hora: R$ 12,73
Salário-base mensal: R$ 2.036,16

PIAUÍ

Remuneração por hora: R$ 16,47
Salário-base mensal: R$ 2.634,65

RIO DE JANEIRO*

Remuneração por hora: R$ 18,43
Salário-base mensal: R$ 2.948,38

RIO GRANDE DO NORTE

Remuneração por hora: R$ 16,78
Salário-base mensal: R$ 2.684,43

RIO GRANDE DO SUL*

Remuneração por hora: R$ 14,57
Salário-base mensal: R$ 2.331,38

RONDÔNIA

Remuneração por hora: R$ 15,61
Salário-base mensal: R$ 2.498,00

RORAIMA*

Remuneração por hora: R$ 22,18
Salário-base mensal: R$ 3.548,93



SANTA CATARINA
Remuneração por hora: R$ 11,99
Salário-base mensal: R$ 1.917,78

SÃO PAULO

Remuneração por hora: R$ 15,10
Salário-base mensal: R$ 2.415,89

SERGIPE

Remuneração por hora: R$ 12,15
Salário-base mensal: R$ 1.943,53

TOCANTINS

Remuneração por hora: R$ 22,39
Salário-base mensal: R$ 3.582,62

*Nesses estados, a jornada padrão varia, mas, para efeito de comparação, o valor do salário-base foi convertido para 40 horas semanais:

- Jornada de 16 horas: Rio de Janeiro
- Jornada de 20 horas: Bahia, Maranhão e Rio Grande do Sul
- Jornada de 24 horas: Minas Gerais
- Jornada de 25 horas: Espírito Santo e Roraima
- Jornada de 30 horas: Acre, Mato Grosso, Paraíba, Rio Grande do Norte

Fonte: G1

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Brasil: Pátria Educadora?


Presidente deve anunciar nesta sexta (22/05/2015) bloqueio de R$ 69,9 bilhões no Orçamento da União; corte no MEC para a Educação deve ser de R$ 9 bilhões.


Presidente Dilma com ministro da Educação Renato Janine; pasta deve sofrer corte de R$ 9 bilhões

Prioridade do governo Dilma, o Ministério da Educação, do lema atual do Executivo -Brasil, Pátria Educadora-, deverá sofrer um corte de R$ 9 bilhões. O valor corresponde a quase 13% dos R$ 69,9 bilhões de bloqueio do Orçamento da União que será anunciada na tarde desta sexta-feira (22/05/15).

Apesar do corte bilionário, a Educação será uma das três áreas que vão manter gastos acima dos patamares de 2013. [Fonte: O Tempo]


quarta-feira, 13 de maio de 2015

Educação brasileira fica em 60º em ranking mundial com 76 países


Nesta quarta-feira, 13/05/15, o maior ranking mundial de educação foi divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Entre os 76 países avaliados, o Brasil ficou na 60º posição, próximo de nações africanas. O primeiro lugar foi ocupado por Cingapura, seguido por Hong Kong e pela Coreia do Sul. Já o último lugar ficou com Gana, na África.
Entre os 15 últimos colocados, estão mais três países sul-americanos: a Argentina (62ª), a Colômbia (67ª) e o Peru (71ª). O ranking foi feito baseado em resultados de testes de matemática e ciências aplicados nos respectivos países.

Segundo o relatório, os índices de educação de um país podem sinalizar os ganhos econômicos que essas nações terão a longo prazo. Além disso, Cingapura, que hoje ocupa o primeiro lugar da lista, é visto como um exemplo de que o progresso educacional é possível mesmo em pouco tempo, já que registrava altos níveis de analfabetismo na década de 60.

“Esta é a primeira vez que temos uma escala verdadeiramente global sobre a qualidade da educação. A ideia é dar a mais países, ricos e pobres, a possibilidade de comparar a si mesmos com os líderes mundiais em educação para descobrir seus pontos fracos e fortes e ver os ganhos econômicos a longo prazo gerados pela melhoria da qualidade da educação”, disse Andreas Schleicher, diretor educacional da OCDE.

O ranking será apresentado oficialmente na próxima semana, na Coreia do Sul, durante o Fórum Mundial de Educação. Na ocasião, líderes mundiais vão se reunir para traçar novas metas para educação. Afinal, alguns dos últimos objetivos, estabelecidos há 15 anos, como fornecer ensino primário a todas as crianças, ainda não foram atingidos.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Curso Gratuíto Para Coordenadores Pedagógicos

QEdu News
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O papel, a formação e os desafios do coordenador pedagógico

Com base no estudo da pesquisadora Silvana Tamassia, que relata a experiência na formação de gestores no curso de Gestão para a Aprendizagem, o QEdu vai produzir uma série de artigos falando sobre as frentes de atuação desses profissionais nas escolas públicas. Neste artigo introdutório, vamos abordar o papel do coordenador pedagógico, seu processo de formação, rotinas e desafios.
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Aprendizagem é foco de curso gratuito para gestores escolares

O curso pretende formar gestores que sejam líderes transformadores da escola e queiram fazer a diferença no aprendizado dos seus alunos, garantindo excelência e equidade em suas salas de aula. Na prática, o curso pretende proporcionar aos participantes a oportunidade de refletir, planejar e implementar ações que irão favorecer uma cultura de altas expectativas com relação a aprendizagem dos alunos.
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Use dados. Transforme a educação.

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quinta-feira, 16 de abril de 2015

QEdu - Use Dados e Transforme a Educação

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Use dados. Transforme a educação

Nosso time acredita que é possível sim dar vida aos dados educacionais para auxiliar gestores, diretores, professores e todos os interessados a fazerem melhores escolhas na educação. Isso nos obriga a melhorar ainda mais para proporcionar a melhor experiência com dados e estarmos sempre presentes no dia a dia de pessoas e instituições que estão comprometidas com a melhoria da educação brasileira.
Hoje, lançamos o novo design do QEdu, mais limpo, mais atraente, mais moderno. E por acreditar firmemente que o uso de dados é um importante aliado no processo de transformação da educação no Brasil, lançamos também nosso novo slogan: Use dados. Transforme a educação.
O QEdu muda de cara, mas sua essência continua a mesma: completo, útil, fácil, rápido e intuitivo. A equipe do maior portal de dados educacionais do Brasil convida você a navegar no QEdu e descobrir nossas primeiras novidades de muitas que ainda virão.
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