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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Professor brasileiro ganha 39% da média salarial de países desenvolvidos

Considerando piso de 2014, brasileiro recebeu 12,2 mil dólares por ano. Em países da OCDE, média foi de 31 mil dólares.

O professor brasileiro ganha, em média, 39% do que é pago para os mesmo profissionais nos países desenvolvidos, segundo dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgados na manhã desta quinta-feira (15/09/16).
Considerando o piso salarial nacional de 2014, o mínimo que um docente brasileiro dos anos iniciais receberia seria o equivalente a cerca de 12.200 dólares por ano. Em média, nos países da OCDE, o salário inicial de um docente do mesmo nível é de cerca de 31 mil dólares. Países como Suíça, Alemanha e Luxemburgo possuem salários iniciais superiores a 45 mil dólares por ano.
A análise faz parte do relatório "Education at a Glance 2016", que conta com dados do Brasil e de mais 40 países. Segundo a OCDE, a maioria dos dados educacionais são referentes ao ano de 2014 e os dados financeiros são relativos a 2013.
Em 2016 o salário base nacional passou para R$ 2.135,64. Entretanto, diversos sindicatos e entidades de classe questionam a aplicação, apontando que ele não é cumprido em todos os estados.
A pesquisa da OCDE, cujos destaques foram apresentados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC), também avaliou a situação salarial do professor universitário.

Na educação superior, considerando o salário pago pelas instituições federais, "o salário médio anual dos docentes em 2014 variou de 27 mil dólares na Eslováquia até 133 mil dólares em
Luxemburgo. No Brasil, o salário médio anual dos docentes trabalhando em IES federais foi de 41 mil dólares."

Total de alunos por professor

No Brasil, os professores têm um número maior de aluno em sala de aula se comparado com os demais países da OCDE. No Brasil, a média é de 21 alunos por professor nos anos iniciais do ensino fundamental, 18 nos anos finais do ensino fundamental, 15 no ensino médio e 25 na educação superior.

Em média, nos países da OCDE, existem cerca de 15 alunos por professor nos anos iniciais do ensino fundamental, 13 nos anos finais do ensino fundamental e ensino médio e 17 na educação superior.
No caso brasileiro, o número é maior nas escolas públicas do que nas privadas. A média dos anos iniciais do ensino fundamental em escolas públicas é de 25 alunos por professor, enquando nas escolas privadas é de 18 alunos por professor.

Investimento público

A proporção de gasto público dedicado à educação diminuiu, entre 2005 e 2013, em mais de dois terços dos países com dados disponíveis. O Brasil foge dessa regra: em 2013, o gasto em educação representou 16% do gasto público total, enquanto na média esse valor representou 11%.
Entretanto, a série histórica do "Education at a Glance 2016" continua a colocar o país como um dos que continua a aumentar o investimento, mas ainda investe menos do que os demais países.
"Em 2013, o gasto anual por aluno (do ensino fundamental até a educação superior) foi menor que 5 mil dólares no Brasil, México e Turquia e mais de 15 mil dólares em Luxemburgo, Noruega e Estados Unidos", detalha o Inep.
Segundo o órgão, considerando apenas o investimento público em educação, o Brasil investe anualmente cerca de 3,8 mil dólares por aluno da educação básica, sendo que, para cada nível educacional, os países da OCDE investem, em média, cerca de 8.400 dólares por aluno dos anos iniciais, 9.900 por aluno dos anos finais e 9.800 por aluno do ensino médio.

O Brasil tem o maior percentual de jovens de 20 a 24 anos de idade que não estão estudando: 75%. No entanto, mais da metade desses jovens que não estudam estão trabalhando e, segundo a PNAD 2014, 57% já concluíram o ensino médio (50%) ou superior (7%).
"Quando se analisa uma faixa de idade maior, entre 15 a 29 anos, verifica-se que 20% dos brasileiros nem estudam nem trabalham, sendo que a média OCDE para 2014 foi de 15%", analisa o relatório do Inep.
No Brasil, Chile, Colômbia e México o percentual de mulheres entre 15 e 29 anos que não estão trabalhando nem estudando é maior que 25%, enquanto entre homens esse percentual é menor que 17%.

Educação superior

Apesar do avanço recente no total de matrículas do ensino superior, o Brasil ainda está abaixo da média na proporção de pessoas com diploma supeior. No Brasil, na faixa etário de 25-34 anos, 16% da população tem ensino superior, contra 69% na Coreia do Sul e 60% no Japão. A realidade brasileira está mais próxima de países como África do Sul (14%) e Indonésia (11%).

Nível Médio

Ao lado do Canadá e da Índia, o Brasil figura entre os países com o menor percentual de concluintes do ensino médio que cursaram educação profissional: cerca de 6% em relação ao total de concluintes do ensino médio em 2014. Na média dos países da OCDE, 49% dos jovens concluintes do ensino médio eram de formação profissional.

Desemprego

A tendência mundial é que o desemprego seja maior entre aqueles com menor escolarização. Entretanto, No Brasil, Islândia, México, Coreia do Sul, Indonésia e Japão, a diferença na taxa de desemprego é muito pequena em relação ao nível de escolarização. "No Brasil, por exemplo, a taxa de desemprego em 2014 foi de menos de 6% em todos os níveis de escolarização, enquanto a taxa de desemprego, em média, na OCDE variou entre 4,9% (para quem tem educação superior) e 12,4% (para quem não tem ensino médio)", aponta documento do Inep que avalia do destaques do estudo da OCDE.

Renda e escolarização

No Brasil, Chile e México, quem possui graduação chega a ganhar quase o dobro dos que possuem apenas o ensino médio, enquanto na Áustria essa diferença não ultrapassa 5%. Na média dos países da OCDE, as mulheres com nível superior ganham 73% da remuneração dos homens com a mesma escolarização.[Fonte: G1]

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Quatro passos para aprender tudo o que quiser, segundo um Nobel da Física

Na escola, na faculdade e até mesmo no dia-a-dia, é comum depararmo-nos com assuntos que não conseguimos compreender. Mas Richard Feynman (1918-1988), distinguido com o Prêmio Nobel de Física em 1965, garantia que havia uma técnica simples para ajudar a entender qualquer tema.

O próprio Feynman sempre foi reconhecido por essa característica entre os colegas: ele tinha muito talento para transformar explicações de coisas muito complexas em algo simples e fácil de entender. E o seu entusiasmo para explicar os conceitos mais difíceis costumava contagiar quem estava por perto.
O que Feynman defende na sua técnica é que existem dois tipos de sabedoria: a que é focada em saber apenas o nome de algo e a que é focada em de facto saber algo.
A receita para a real aprendizagem, segundo ele, é a última - e pode ser aplicada observando os quatro passos a seguir:
1) Escolha um conceito
Qualquer um que preferir. Pode ser um de macroeconomia, economia doméstica ou qualquer coisa que vier a cabeça.

Seja química ou culinária, ou primeiro uma e depois a outra. E anote o conceito - o mais importante aí é desenvolver o raciocínio.
2) Escreva-o como se estivesse a ensinar uma criança
Redija, então, tudo o sabe sobre esse conceito.

Mas atenção: precisa de fazê-lo da maneira mais simples possível. Escreva como se estivesse a explicar para uma criança - ainda que isso pareça absurdo e desnecessário, é um passo muito importante.
Assegure-se de que, do início ao fim, esteja a usar uma linguagem muito simples. Além disso, evite jargões e expressões prontas que partam do pressuposto de que você já sabe o conceito delas.
Explique cada detalhe de tudo e não caia na tentação de omitir algo que, na sua visão, está subentendido.
3) Volte ao tema e pesquise sobre ele
No passo anterior, provavelmente encontrou lacunas no seu conhecimento. Coisas que esqueceu e que não conseguiu explicar.

E esse é o momento em que começa realmente a aprender. Volte à fonte de informações sobre esse tema e pesquise o que ainda falta entender.
E, quando achar que cada subtema está claro, tente escrever no papel a explicação para ele de uma maneira que até uma criança entenderia.
Quando se sentir satisfeito e estiver a compreender tudo o que antes estava confuso, volte à redacção original e continue a escrever as explicações.
4) Reveja e simplifique ainda mais
Depois de passar por todas essas etapas, reveja o que escreveu e simplifique. Certifique-se novamente de que não usou nenhum jargão associado com o tema que está a intriga-lo.

Leia tudo em voz alta. Preste atenção para perceber se está tudo exposto da forma mais clara possível.
Se a explicação não for simples ou se parecer confusa, interprete isso como um sinal de que não está a entender algo.
Crie analogias para explicar o conceito, porque isso ajuda a esclarecer tudo na sua cabeça e é a prova de que está realmente a dominar aquele tema.[Fonte: Diario Digital]

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Simulado ENEM 2016

Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é uma prova, adotada em todo o país que tem por objetivo central, avaliar a qualidade do ensino médio brasileiro, entretanto, é utilizado também no processo seletivo de diversos outros programas, como o SiSU, Fies, ProUni, etc. Dessa forma, tendo por objetivo avaliar a qualidade do ensino no país, nada mais lógico do que ser uma prova a abordar as diferentes áreas do conhecimento.
Os conteúdos das provas do ENEM são elaborados de acordo com as matrizes de referência estabelecidas pelo Ministério da Educação em quatro áreas distintas: Linguagens, Códigos e Suas Tecnologias; Matemática e Suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas tecnologias e Ciências Humanas e Suas Tecnologias.
Dentro dessas quatro áreas, se encontram todas as disciplinas: língua portuguesa, inglês, artes, matemática, química, física, biologia, geografia, história, filosofia e sociologia. Geralmente as questões são interdisciplinares, ou sejam, exigem o conhecimento de mais de uma disciplina na resolução da questão.
Formato do ENEM 2016:
Por abranger tantos conteúdos diferentes, não é uma prova curta. Muito pelo contrário, são dois dias de prova (geralmente um final de semana inteiro), sendo que em cada dia são abordadas algumas das áreas do conhecimento. Não é possível prever ainda o formato da prova deste ano, que somente é confirmado após a divulgação do edital, entretanto, com base nos anos anteriores, provavelmente os dias de prova serão divididos entre Ciências Humanas e Ciências da Natureza, em um dia, e Linguagens, Redação e Matemática, no outro.

O primeiro dia de prova tem duração total de 4h e 30min e o segundo dia, por ter a redação, tem um pouco mais de tempo, totalizando 5h e 30min. Como dissemos anteriormente, não é uma prova curta, portanto é necessário de preparar para tal, a fim de garantir melhores resultados.
Simulados ENEM 2016:
Uma boa forma de treinar para o dia da prova do ENEM 2016, é realizar simulados. Os simulados do ENEM 2016 são facilmente encontrados na internet e seguem exatamente o modelo da prova do Ministério da Educação.

Ao fazer os simulados online, você não só treina para aguentar uma prova tão longa e até mesmo cansativa, como também já se acostuma ao tipo de questões que podem aparecer.
Se seu objetivo ao prestar o ENEM 2016 é mais específico, como ingressar numa universidade e o curso para o qual você pretende conseguir uma vaga tem peso maior em algumas disciplinas, você pode optar, também, por realizar um simulado do ENEM voltado para as área do conhecimento que mais pesarão na sua nota final. Através de uma simples busca na internet, você certamente encontrará diversos formatos de simulados do ENEM 2016 diferentes.
Mas, lembre-se, são dois dias de provas e a prova em si é longa, então por mais que você estude e se foque nas disciplinas que terão mais peso na sua nota final, não se esqueça de, ao menos, uma ou duas vezes, realizar o simulado para o ENEM 2016 completo, cronometrando o tempo. Isso garantirá que você não se desespere com a passagem do tempo no dia da prova, além de que, você cria um ritmo para a resolução das questões.
Candidatos podem realizar simulado por meio de aplicativo gratuito
Ao acessar o aplicativo, o cidadão tem a disposição questões de forma aleatória. Também é possível treinar respondendo a todas às questões, com a opção de selecionar disciplinas específicas para saber como está o desempenho em cada uma das áreas cobradas no exame.

Acesse o Simulado Gratuito do ABC: http://questoesenem.ebc.com.br
Não deixe de realizar os simulados do ENEM e boa prova!

Quer saber tudo sobre o ENEM? Siga-nos no facebook

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Aprendendo a aprender: ferramentas mentais poderosas para ajudá-lo a dominar assuntos difíceis (em Português)

Informações sobre o curso

Este curso proporciona um acesso fácil às valiosas técnicas de aprendizagem usadas por experts em Arte, Música, Matemática, Ciência, Esportes e muitas outras disciplinas. Vamos aprender sobre como o cérebro usa dois modos bastante diferentes e como ele encapsula (“associa em blocos”) informações. Vamos também tratar de ilusões de aprendizado, técnicas de memória, lidar com procrastinação e boas práticas mostradas por pesquisa como sendo as mais efetivas em ajudá-lo a dominar assuntos difíceis. Usando estas abordagens, não importa seu nível de habilidade nos tópicos que queira dominar, você pode mudar seu pensamento e mudar sua vida. Se você já é um expert, essa espiada embaixo do capuz mental vai te dar ideias pra carregar o turbo do aprendizado de sucesso, incluindo dicas contraintuitivas e insights que vão te ajudar a fazer melhor uso do seu tempo em lições de casa e listas de exercícios. Se você está com dificuldades, você verá um tesouro estruturado de técnicas práticas que vão te levar através do que você precisa fazer pra entrar na pista. Se você alguma vez quis ficar melhor em qualquer coisa, este curso vai lhe ajudar servindo como seu guia. Acesse Coursera Aqui

segunda-feira, 14 de março de 2016

Ex-refugiada ganha prêmio de US$ 1 milhão como melhor professora do mundo

AP Hanan Al Hroub trabalha com crianças traumatizadas pela violência
Uma professora palestina que cresceu em um campo de refugiados ganhou o prêmio Global Teacher, considerado o "Nobel da Educação".
O anúncio do vencedor, que receberá US$ 1 milhão, foi feito pelo papa Francisco.
Após a infância em um campo palestino perto de Belém, a professora Hanan Al Hroub hoje dá aulas para refugiados.
"Professores podem mudar o mundo", disse ela após receber a premiação. "Estou orgulhosa de ser uma professora mulher palestina aqui neste palco."
Hanan Al Hroub disse que usará o dinheiro do prêmio ajudando seus alunos.
O papa Francisco enviou um vídeo dizendo que os professores "construíam paz e unidade".
Brasileiro
Os vencedores foram anunciados em Dubai; o príncipe William, o duque de Cambridge, também enviou uma mensagem em vídeo. Ele falou sobre a "incrível responsabilidade" dos professores e disse que ele podem "influenciar, inspirar e moldar a vida de uma pessoa para melhor".
Entre os indicados ao prêmio havia um brasileiro, o professor voluntário Marcio Andrade Batista. Ele dá aulas no Mato Grosso com uma metodologia que se baseia na aplicação das ciências à vida cotidiana.
Marcio estava na lista de 50 finalistas divulgada pela ONG Varkey Foundation, que concede o prêmio. Ele foi o primeiro brasileiro selecionado em três anos do prêmio. Mas ele não entrou na lista dos 10 finalistas que subiram ao palco do evento.
Entre os finalistas havia ainda professores da Índia, Quênia, Finlândia, Inglaterra e Estados Unidos.
A Varkey Foundation é o braço de caridade da empresa de educação internacional GEMS. O prêmio é entregue em uma cerimônia estilo "Oscar" com o objetivo de aumentar o status da profissão de professor.
Na plateia em Dubai estavam estrelas de Hollywood como Salma Hayek e Matthew McConaughey e personalidades da política como o ex-primeiro ministro britânico Tony Blair e o vice-presidente dos Emirados Árabes Unidos, xeque Mohammed bin Rashid Al Maktoum.
Os dez finalistas foram convidados ao palco em um vídeo do físico Stephen Hawking e foram parabenizados, também por vídeo, pelo vice-presidente dos EUA, Joe Biden, e pelo ex-presidente dos EUA Bill Clinton.
Sunny Varkey, fundador da Varkey Foundation e criador do prêmio, disse esperar que a história de Hanan Al Hroub "inspire aqueles que querem entrar na carreira de professor".
Conheça os outros nove finalistas:
- Maarit Rossi, Finlândia, que desenvolveu seu próprio método de ensinar matemática. A Finlândia tem alguns dos melhores resultados em matemática do mundo em provas internacionais, mas os alunos dela têm resultados ainda melhores que os padrões finlandeses
- Aqeela Asifi chegou ao Paquistão como refugiada do Afeganistão e dá aulas para crianças refugiadas em uma escola que ela criou
- Ayub Mohamud, professor de business do Quênia, chegou às finais com um projeto para desencorajar violência extremista e radicalização
- Robin Chaurasiya de Mumbai, na Índia, fundou uma organização para ensinar e dar apoio a adolescentes em zonas de prostituição
- Richard Johnson, professor de ciência de Perth, na Austrália, montou um laboratório de ciências para crianças de escola primária
- Michael Soskil, da Pensilvânia, nos EUA, que já tinha ganhado um prêmio pela "excelência em ensinar ciências e matemática", motiva seus alunos ao ligá-los a projetos ao redor do mundo
- Kazuya Takahashi, do Japão, desenvolveu uma iniciativa para ensinar ciências e incentivar a cidadania global
- Joe Fatheree, de Illinois, dos EUA, foi pioneiro em usar projetos com impressoras 3D, tecnologia de drones e usando games online como Minecraft
- Colin Hegarty, professor de matemática de Londres que criou um site com aulas online

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

eBook: O Impacto da Prova Brasil na Educação Pública




Nos últimos meses você acompanhou nossa série de artigos sobre a Prova Brasil. Fizemos o eBook “O Impacto da Prova Brasil na Educação Pública” com todos os textos para que você possa ler em qualquer lugar e quando quiser.
O que você vai encontrar nesse eBook:
  • A essência da Prova Brasil
  • Para que serve a Prova Brasil?
  • Os três usos da Prova Brasil
  • E se não existisse a Prova Brasil?
  • A estrutura da Prova Brasil
  • Como a Prova Brasil acontece nas escolas?
  • Conteúdo bônus!


Espero que este conteúdo possa lhe ser útil.
Caso não consiga clicar no link, copie e cole este endereço no seu navegador: http://www.qedu.org.br/ebook-prova-brasil
Grande abraço,
Kaléu Caminha
Coordenador do QEdu
QEdu
Use dados. Transforme a educação.
Feito com carinho por Meritt + Fundação Lemann
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Meritt · Rua Professora Maria Júlia Franco, 175 · Florianopolis, SC 88020-280 · Brasil 


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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Professores se sentem excluídos dos debates educacionais, diz pesquisa

Ver os alunos aprendendo de verdade é o que mais motiva os professores do ensino básico brasileiro a continuarem na carreira do magistério, mas não serem ouvidos pelos gestores é um dos pontos mais os preocupam. Esses foram alguns dos resultados da pesquisa Conselho de Classe, realizada pelo IBOPE Inteligência a pedido da Fundação Lemann, com o apoio do Instituto Paulo Montenegro, e que contou com a participação de 1 mil professores do ensino fundamental da rede pública.
O objetivo da pesquisa foi dar voz aos professores, tão importantes agentes de mudança na educação. A pesquisa mostrou a visão deles sobre a educação do país. Entre a várias perguntas que eles responderão, estão:
  • Quais aspectos trazem mais satisfação na sua atuação como professor?
  • Com que frequência você sente que a sua opinião é ouvida?
  • O que você gostaria de discutir e mudar na educação?

Formação e atuação dos professores

Mais de 60% dos professores entrevistados fizeram a graduação em alguma universidade particular. Apesar disso, a maioria deles estudou o ensino básico (ensino fundamental e médio) em escola pública. Além disso, poucos têm ou tinham pais com ensino superior completo.
A maioria dos entrevistados também disse que pretende continuar na mesma escola em que atua nos próximos cinco anos. Dos participantes, 9% disse que pretende permanecer como professor, mas em outra escola, e 5% que gostaria de assumir cargos de direção e administração escolar.
Os pesquisadores conversaram com alunos de escolas onde realizaram o estudo e descobriram uma coisa que todas elas tinham em comum: professores inspiradores que impactaram suas vidas. Assista abaixo ao vídeo dessa conversa com os alunos.

O que mais motiva o professor

A entrevista ainda procurou saber o que, nas condições por que passam hoje, motiva os professores a continuarem na carreira do magistério. Saber que está contribuindo para o aprendizado dos alunos foi a principal resposta dos entrevistados (72%). A maioria, por exemplo, disser ser totalmente a favor de que os currículos de todas as escolas do Brasil tenham uma base comum, e que saber o que é esperado do aluno a cada ano facilitaria seu trabalho.
A remuneração foi citada como motivador por 20% dos entrevistados. Vale ressaltar que o estudo quis identificar o que o motiva a continuar como professor e não o que é mais importante para o profissional. Além disso, mais de 70% dos professores afirmaram sentir que existe um descompasso financeiro frente a outros profissionais de nível superior, tanto do setor público quanto privado.
Entrevista com professora na pesquiisa Conselho de Classe

Como os professores se sentem

Mais da metade dos entrevistados disse que nem sempre tem voz no debate educacional. A sensação de ser ouvido vai piorando quanto mais distante o professor se sente de um órgão ou gestor, como o Ministério da Educação: 96% dos professores disseram que nunca ou apenas algumas vezes se sentiram ouvidos pelo MEC.
O estudo mostrou que, para os professores, caso a opinião deles fosse mais ouvida pelos gestores educacionais, questões como condições de trabalho e desempenho escolar dos alunos poderiam ser mais impactadas. Além disso, para eles, o tema mais importante para se discutir é o acompanhamento psicológico e a indisciplina dos alunos.

Temas preocupantes para os professores

A pesquisa identificou quatro grandes temas que mais preocupam os docentes. O primeiro é a questão da formação efetiva dos alunos. Para eles, essa luta é importante, pois assim é possível enfrentar a defasagem de aprendizado, por exemplo. A maioria também disse não ter certeza se o que ensina para os alunos é suficiente para que se desenvolvam pessoal e profissionalmente.
O segundo tema diz respeito à heterogeneidade das turmas. Dentro deste tema, um dos desafios é a falta de condições adequadas para a inclusão de alunos com deficiência. Já o terceiro tema trata sobre a relação com as família. Os professores disseram se sentir sobrecarregados com tarefas que deveriam ser assumidas pelos pais, por exemplo.
O último tema preocupante para os professores é a aplicabilidade das políticas educacionais. A maioria se sente excluído do processo de implementação de políticas públicas para a educação.
Quer conhecer melhor a opinião dos professores sobre esses e outros temas? Baixe gratuitamente a pesquisa “Conselho de Classe”, basta preencher o formulário abaixo. [Fonte: QEdu]

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Usando a Tecnologia como Aliada da Educação



Novidades sobre a qualidade da educação
Imagine acompanhar em tempo real o progresso de seus alunos e poder recomendar para cada um deles exercícios e conteúdos de acordo com o que eles mais precisam.Parece coisa de escola do futuro, mas isso já é possível. Usando a tecnologia como sua aliada, você pode levar ferramentas e aplicativos para sua sala de aula que permitem fazer exatamente isso.

Para apoiar nesse processo, a Fundação Lemann e parceiros acabam de lançar quatro cursos online e gratuitos ​no Coursera ​que apresentam aos educadores formas de integrar tecnologias digitais ao currículo escolar​ favorecendo a personalização do ensino​.

Explorando os recursos educacionais da Khan Academy
(https://www.coursera.org/learn/khanacademy/) ​

Matemática simplificada. O curso apresenta a ferramenta gratuita Khan Academy através das perspectivas do tutor e do aluno, para que o professor domine todos os recursos disponíveis. Ele aborda diferentes etapas do uso da ferramenta: desde como começar a usar o site em aulas até como aproveitá-lo para otimizar o aprendizado.

Fundamentos do Google para o ensino
​(https://www.coursera.org/learn/fundamentosgoogle/)

Um apoio para tornar os professores mais inovadores e eficazes. O curso ensina os professores a usarem ​soluções do Google para facilitar seu trabalho, seja nas atividades administrativas ou em dinâmicas de sala de aula.

Ensino Híbrido: personalização e tecnologia na educação
​(https://www.coursera.org/learn/ensino-hibrido/)

Ensino híbrido é uma abordagem da educação que usa a tecnologia como aliada no ensino e aprendizado. Este curso, que foi criado a partir da experiência de professores brasileiros, apresenta formas de o educador aproveitar melhor seu tempo e entregar a cada aluno conteúdos personalizados. Além de explicar o conceito de ensino híbrido, ele propõe atividades práticas para implementá-lo no dia a dia da escola. O Ensino Híbrido pode ajudá-lo a usar ainda melhor a Khan Academy, Programaê! e produtos Google.

Aprenda a ensinar programação com o Programaê!
​(https://www.coursera.org/learn/programae/)

Um curso para o professor aprender a usar a ferramenta gratuita Programaê! explorando todos os seus recursos pedagógicos. Além de apresentar o site e os planos de aula, propõe atividades desplugadas e explica a importância do ensino de programação para o desenvolvimento de competências​ necessárias para o século 21​.

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