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Professor Ganha Forte Aliado Tecnológico Com IA Para Sala de Aula

 

Plataforma gera trilhas de aprendizagem, produz conteúdo educacional por meio da Inteligência Artificial e colabora na melhora da rotina de trabalho de quem se dedica ao ensino.

Um aliado digital capaz de ajudar na rotina de trabalho dos professores está pronto para entrar em cena. A nova plataforma EduxGen.AI permite a geração de trilhas de aprendizagem alinhadas às orientações curriculares da BNCC, Saeb e Enem; e produz, também, conteúdos educacionais por meio de Inteligência Artificial. O sistema dispõe ainda de auxílio extraordinário: o avatar (animado ou humanizado) que serve de assistente virtual, treinado pelo professor para tirar dúvidas dos seus alunos.

A novidade será lançada na 29ª edição da Bett Brasil 2024, maior feira de educação e soluções tecnológicas da América Latina, entre os dias 23 a 26 de abril, na Expo Center Norte, em São Paulo. A Edtech Realms IP.TV, empresa responsável pela criação da EduxGen.AI em cooperação com a Edtech Motrix, terá um estande (D92) para explicar a capacidade da nova ferramenta de servir como forte aliado tecnológico dos professores da Educação Básica (Fundamental e Médio) 

O desenvolvimento da ferramenta foi realizado com o propósito de apoiar e valorizar o trabalho dos professores. Todas as ações da Inteligência Artificial dependem da validação dos educadores, desde a geração de conteúdos até a correção de redações, antes de serem aplicadas aos estudantes — observa Leandro Patricio, CEO da Edtech Realms IP.TV. 

A criação da plataforma contou com a curadoria de especialistas em Educação Básica. As trilhas de aprendizagem são geradas em minutos e estão alinhadas com a BNCC, Saeb e Enem, graças ao assistente de inteligência curricular. A EduxGen.AI permite, também, a geração de conteúdos educacionais, como o resumo da aula; o plano de aula; a apresentação de slides e mini vídeos; apostilas; e tira-dúvidas com o assistente pessoal (avatar) em linguagem natural, treinado pelo próprio professor para servir de apoio aos seus alunos.

A plataforma inicialmente disponibilizará também a geração de nove tipos de tarefas: questão discursiva, resposta única, múltipla escolha, ordenação de frases e palavras, preenchimento de letras e lacunas,  envio de materiais e redação. A EduxGen.AI pode sugerir trilhas de reforço escolar de acordo com o resultado de uma avaliação, seja para uma turma ou até mesmo para apenas um aluno. A redação ganhou uma atenção especial, com base nos critérios gramaticais e semânticos da Língua Portuguesa. As inserções corretivas automatizadas no texto do aluno somente são aprovadas após o aval do professor que tem a última palavra sobre quaisquer intervenções realizadas pela Inteligência Artificial, ou seja: quem comanda as ações da plataforma é quem ensina. 

A iniciativa da Edtech Realms IP.TV está em consonância com a pesquisa realizada em 2023 pela Fundação Carlos Chagas, Itaú Cultural e Associação D³E, com base nos dados do Censo Escolar e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE): “A alta demanda de trabalho reduz o tempo dos professores para preparar aulas que tornem o aprendizado mais atraente para os alunos”, concluem os pesquisadores. O levantamento indicou que um terço dos professores de escolas públicas brasileiras dá aula para mais de 300 alunos por ano e 20% trabalham em mais de uma escola. 

A Edtech Realms IP.TV está há mais de 20 anos no mercado. Reconhecida nacional e internacionalmente, a Plataforma IP.TV participou de projetos premiados como o Gobernarte (Eduardo Campos), RioInfo Convergência Digital, Assespro (três vezes), E-Learning Brasil, Seduc-Amazon, Wise e BID.

Em 2023, o sistema registrou picos de mais de 400 mil usuários simultâneos e mais de 15 mil sessões de videoconferência simultânea. Por meio da Plataforma IP.TV, são mais de 10 mil salas de aula atendidas. Ao todo, mais de 9 milhões de alunos e mais de 350 mil professores já usufruíram do sistema. O recurso tecnológico está presente, também, em dezenas de estúdios ao vivo. No âmbito internacional, já estabeleceu parcerias na África do Sul e nos Estados Unidos.

Fonte: MSN/EduxGen.AI

A Revolução da Inteligência Artificial na Educação

 


A Revolução da Inteligência Artificial na Educação


Por: Jorge Schemes

Introdução:


Nos últimos anos, testemunhamos avanços extraordinários na tecnologia, e um dos campos que mais tem se destacado é a inteligência artificial (IA). Seja em nossos smartphones, nas Redes Sociais ou até mesmo em nossas casas, a presença da IA é cada vez mais evidente. No entanto, além de transformar nossas vidas cotidianas, a IA também está causando um impacto significativo no mundo da educação.


Nesta era de digitalização e inovação, os educadores estão explorando ativamente maneiras de integrar a inteligência artificial na sala de aula para melhorar a qualidade do ensino e o processo de aprendizado dos alunos. Desde a personalização da instrução até o fornecimento de feedback instantâneo e a criação de ambientes de aprendizado envolventes, a IA está revolucionando a forma como ensinamos e aprendemos.


Neste contexto, este artigo se propõe a explorar como os educadores podem aproveitar as ferramentas e conceitos da inteligência artificial para potencializar a educação dos alunos. Ao longo deste texto, examinaremos exemplos práticos, melhores práticas e recursos disponíveis que demonstram como a IA está sendo implementada em sala de aula, fornecendo uma visão abrangente e inspiradora do futuro da educação impulsionada pela tecnologia. Prepare-se para descobrir como a inteligência artificial está transformando a sala de aula em um ambiente de aprendizado mais personalizado, interativo e inclusivo para todos.


O que é Inteligência Artificial?


Você já ouviu falar sobre inteligência artificial, também conhecida como IA? É uma tecnologia incrível que está mudando muitas coisas em nossas vidas, incluindo a forma como aprendemos na escola.


Inteligência Artificial (IA) é um campo da ciência da computação que se concentra no desenvolvimento de sistemas e máquinas capazes de realizar tarefas que, tradicionalmente, exigiriam inteligência humana. O objetivo da IA é criar sistemas que possam aprender, raciocinar, tomar decisões, resolver problemas e até mesmo interagir com seres humanos de maneira semelhante à inteligência humana.


Esses sistemas de IA são desenvolvidos através de algoritmos e modelos matemáticos complexos, que permitem que as máquinas processem grandes quantidades de dados, identifiquem padrões e façam previsões ou recomendações com base nessas informações. Existem várias abordagens e técnicas dentro da IA, incluindo aprendizado de máquina, redes neurais artificiais, processamento de linguagem natural, visão computacional, entre outras.


O campo da IA tem aplicações em uma ampla gama de setores, incluindo medicina, finanças, transporte, manufatura, entretenimento e, claro, educação. Na educação, por exemplo, a IA pode ser usada para personalizar a aprendizagem dos alunos, oferecer feedback instantâneo, automatizar tarefas administrativas, criar sistemas de tutoria virtual, entre outras aplicações.


Embora a IA tenha avançado significativamente nas últimas décadas, é importante notar que ela ainda possui limitações e desafios. Por exemplo, os sistemas de IA podem ser suscetíveis a vieses e injustiças, exigindo cuidados éticos e regulamentações adequadas para garantir seu uso responsável e equitativo.


Em resumo, a inteligência artificial é um campo fascinante que continua a evoluir e transformar diversos aspectos de nossa sociedade, oferecendo promessas significativas e desafios complexos à medida que avançamos em direção a um futuro cada vez mais tecnológico e interconectado.


Como a IA está Mudando a Sala de Aula?


Agora, vamos ver como a inteligência artificial está sendo usada pelos professores para nos ajudar a aprender melhor:


1. Ajuda Personalizada:


Este ponto destaca como a inteligência artificial pode oferecer uma abordagem personalizada à aprendizagem. Por meio de algoritmos, programas de IA podem analisar o desempenho e as necessidades individuais de cada aluno, adaptando o conteúdo do curso de acordo com suas habilidades, interesses e estilo de aprendizagem. Isso significa que os alunos podem receber uma educação mais personalizada e eficaz, que atenda às suas necessidades específicas.


Imagine se cada aluno pudesse ter um professor que conhecesse suas necessidades e estilo de aprendizagem. Com a IA, isso é possível! Os professores podem usar programas que adaptam as lições de acordo com o que cada aluno precisa, tornando a aprendizagem mais eficaz e divertida.


Um exemplo prático seria o uso de plataformas de aprendizagem adaptativa, como o Khan Academy. Essas plataformas usam algoritmos de IA para avaliar o desempenho dos alunos em exercícios e testes, identificando suas áreas de força e fraqueza. Com base nessa análise, os alunos recebem recomendações personalizadas de conteúdo para revisão e prática adicional, garantindo que recebam o suporte necessário para progredir em seu próprio ritmo.


Khan Academy: https://www.khanacademy.org/

A Khan Academy oferece uma ampla variedade de recursos de aprendizado adaptativo em várias disciplinas, incluindo matemática, ciências, história e muito mais. Os alunos podem acessar vídeos de instrução, exercícios práticos e testes personalizados para melhorar suas habilidades.


2. Feedback Rápido:


Aqui, destaca-se a capacidade da inteligência artificial de fornecer feedback imediato aos alunos. Em vez de esperar pelo professor para corrigir um exercício ou uma tarefa, os alunos podem receber feedback instantâneo de programas de IA. Isso permite que eles identifiquem e corrijam erros mais rapidamente, acelerando seu processo de aprendizagem e desenvolvimento.


Às vezes, quando fazemos um exercício, queremos saber se estamos no caminho certo. Com a IA, podemos receber feedback instantâneo! Isso nos ajuda a corrigir nossos erros mais rapidamente e a melhorar mais depressa.


Ferramentas como o Google Forms podem ser usadas para criar questionários e atividades interativas. Os alunos recebem feedback instantâneo sobre suas respostas, ajudando-os a entender seus erros e a corrigi-los imediatamente. Os professores também podem usar ferramentas de IA, como Grammarly, para fornecer feedback instantâneo sobre a gramática e a estrutura das redações dos alunos.


Google Forms: https://www.google.com/forms/

O Google Forms é uma ferramenta gratuita oferecida pelo Google que permite aos professores criar questionários, avaliações e formulários de feedback personalizados. Os alunos podem responder às perguntas online e receber feedback instantâneo sobre suas respostas.


3. Aprendizado Divertido:


Neste ponto, é mencionado como a IA pode tornar o aprendizado mais divertido por meio de aplicativos e jogos educativos. Essas ferramentas utilizam algoritmos de IA para criar experiências de aprendizagem interativas e envolventes, que desafiam os alunos de maneiras criativas. Isso ajuda a manter o interesse dos alunos e os motiva a aprender de forma mais eficaz.


A inteligência artificial pode transformar o aprendizado em algo divertido! Existem aplicativos e jogos educativos baseados em IA que nos desafiam e nos ajudam a aprender de maneiras criativas.


Aplicativos educativos como Duolingo, que utiliza técnicas de gamificação e IA para ensinar idiomas de maneira divertida e interativa, são um exemplo prático. Os alunos podem praticar vocabulário, gramática e compreensão auditiva por meio de atividades divertidas e desafiantes, enquanto o algoritmo de IA adapta o nível de dificuldade com base no desempenho de cada aluno.


Duolingo: https://www.duolingo.com/


O Duolingo é uma plataforma de aprendizado de idiomas que utiliza técnicas de gamificação e inteligência artificial para tornar o aprendizado divertido e eficaz. Os alunos podem praticar leitura, escrita, audição e conversação em vários idiomas, enquanto ganham pontos e desbloqueiam conquistas.


4. Projetos Incríveis:


Aqui, destaca-se como a IA pode ser utilizada em projetos de pesquisa e colaboração na sala de aula. Os alunos podem usar algoritmos de IA para analisar grandes conjuntos de dados, criar modelos preditivos e desenvolver aplicativos baseados em IA como parte de seus projetos. Isso oferece aos alunos a oportunidade de aplicar o que aprenderam de maneira prática e criativa, enquanto exploram os benefícios e desafios da inteligência artificial.


Com a ajuda da IA, podemos trabalhar em projetos super legais! Podemos usar algoritmos para analisar dados, criar modelos preditivos e até mesmo construir nossos próprios aplicativos baseados em IA.


Os alunos podem colaborar em projetos de ciência de dados usando ferramentas como o Google Colab, onde podem explorar conjuntos de dados reais e aplicar algoritmos de IA para análise e previsão. Por exemplo, os alunos podem analisar dados climáticos para prever padrões climáticos futuros ou explorar dados de saúde para identificar tendências em doenças e condições médicas.


Google Colab: https://colab.research.google.com/


O Google Colab é uma plataforma gratuita baseada em nuvem que permite aos alunos colaborar em projetos de ciência de dados e aprendizado de máquina. Eles podem escrever e executar código Python em notebooks interativos, explorar conjuntos de dados, criar modelos de machine learning e visualizar os resultados.


5. Consciência Ética:


Este último ponto aborda a importância de considerar as questões éticas relacionadas à inteligência artificial. À medida que a IA se torna mais prevalente na educação e na sociedade em geral, é crucial que os alunos desenvolvam uma compreensão das implicações éticas dessa tecnologia. Isso inclui questões como privacidade, preconceito algorítmico e o impacto social da automação. Ao discutir essas questões em sala de aula, os alunos podem desenvolver habilidades críticas e responsabilidade digital para tomar decisões informadas sobre o uso da IA.


É importante também pensar sobre as questões éticas envolvidas na inteligência artificial. A IA nos ajuda a entender melhor como essa tecnologia pode afetar a sociedade e a tomar decisões responsáveis sobre seu uso.


Os alunos podem participar de debates e discussões em sala de aula sobre questões éticas relacionadas à inteligência artificial. Por exemplo, podem discutir casos de preconceito algorítmico em algoritmos de recrutamento ou sistemas de justiça criminal. Os alunos também podem realizar pesquisas sobre o impacto da automação na sociedade e debater sobre os benefícios e desafios da integração da IA em diferentes setores.


AI Ethics Canvas: https://ethicscanvas.org/ai-ethics-canvas/


O AI Ethics Canvas é uma ferramenta online que ajuda os alunos a explorar questões éticas relacionadas à inteligência artificial. Eles podem usar o canvas para identificar stakeholders, avaliar impactos positivos e negativos, e desenvolver estratégias para garantir o uso ético da IA em diferentes contextos.


Rumo a uma Educação Impulsionada pela Inteligência Artificial


À medida que chegamos ao final deste artigo, torna-se evidente o enorme potencial que a inteligência artificial oferece para revolucionar a educação. Desde a personalização da aprendizagem até o feedback instantâneo, a IA está abrindo novas possibilidades para tornar a educação mais eficaz, acessível e envolvente para alunos e educadores.


No entanto, é importante reconhecer que a implementação bem-sucedida da inteligência artificial na educação requer mais do que simplesmente adotar novas tecnologias. Requer um compromisso contínuo com a formação dos educadores, a criação de políticas e diretrizes éticas, e o acesso equitativo a recursos e oportunidades para todos os alunos.


À medida que continuamos a explorar e aproveitar os benefícios da inteligência artificial na educação, é crucial manter um olhar crítico sobre seu uso e impacto. Devemos garantir que a IA seja utilizada de maneira ética e responsável, respeitando os valores fundamentais da equidade, diversidade e inclusão.


Em última análise, a integração da inteligência artificial na sala de aula representa uma oportunidade emocionante para transformar a educação e preparar os alunos para enfrentar os desafios e oportunidades do século XXI. Ao trabalharmos juntos para aproveitar ao máximo essa tecnologia inovadora, podemos criar um futuro mais promissor e inspirador para a próxima geração de aprendizes.



Referências Bibliográficas


Bittencourt, I. I. (2019). Inteligência artificial na educação: Possibilidades e limites. Revista do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, (113), 157-170.


Freitas, S. F., & Baranauskas, M. C. (2019). Aprendizagem adaptativa mediada por inteligência artificial: Estado da arte e desafios. Revista Brasileira de Informática na Educação, 27(3), 578-590.


Oliveira, M. M., & Rodrigues, C. M. (2018). Inteligência artificial na educação: Uma revisão sistemática da literatura. RENOTE-Revista Novas Tecnologias na Educação, 16(1), 1-11.


Ramos, F. R. (2020). Inteligência artificial na educação: Uma análise crítica. Tese de Doutorado, Universidade Federal de Santa Catarina.


Soares, M. A., & Moreira, D. B. (2017). Inteligência artificial e sua aplicação na educação. Revista Científica Eletrônica de Sistemas de Informação, 16(1), 1-10.


Tacla, C. A., & Barbosa, E. F. (2018). Potenciais da inteligência artificial na educação: uma análise bibliométrica. Revista Brasileira de Computação Aplicada, 10(3), 1-18.


Tenório, T. (2019). Inteligência artificial na educação: desafios e perspectivas. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, 14(3), 1100-1113.


Velloso, P. B., & Peixoto, M. (2020). Inteligência artificial e educação: possibilidades e desafios. Revista Educação e Cultura Contemporânea, 17(44), 51-65.


Xavier, P. R., & Ramos, F. R. (2019). Inteligência artificial na educação: um olhar sobre as tecnologias adaptativas. Anais do Simpósio Brasileiro de Informática na Educação, 30(1), 1-10.


Zambon, L. M., & Peixoto, M. (2019). Inteligência artificial e aprendizagem: uma abordagem na perspectiva sociocultural. Revista Interacções, 15(2), 182-198.



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Aula 01 – Como conquistar os alunos no início de cada aula?

Aula 02 – Como manter os alunos engajados durante toda a aula

Aula 03 – Como estimular a interpretação de textos na sala de aula

Aula 04 – Vamos por partes: como ensinar habilidades complexas

Aula 05 – Como gerar interesse nos alunos para a leitura de um texto

Aula 06 – Como usar a pontuação para melhorar a compreensão de um texto

Aula 07 – Como ensinar seus alunos a se prepararem para um debate

Aula 08 – Como melhorar a pronúncia dos alunos durante a leitura

Aula 09 – Como engajar todos os alunos na leitura de um texto

Aula 10 – Como mostrar para os alunos que não tentar é inaceitável

Aula 11 – Como ampliar e aprofundar o vocabulário dos alunos

Aula 12 – Como aproveitar o tempo e imprimir ritmo na sala de aula

Aula 13 – Como melhorar a fluência de leitura de seus alunos

Aula 14 – Como deixar claro o objetivo de aprendizado em cada aula

Aula 15 – Como melhorar a compreensão de um texto

Aula 16 – Técnica Arremate – Como terminar a aula verificando se os alunos compreenderam a matéria dada

Aula 17 – Técnica: Comece Pelo Fim

Aula 18 – Técnica: Deixe Claro o Objetivo

Aula 19 – Técnica: Faça o Mapa

Aula 20 – Técnica: O Caminho Mais Curto

Aula 21 – Técnica: Planeje em Dobro

Aula 22 – Técnica: Quatro Critérios

Aula 23 – Aproximação entre diretor e professores ajuda no aprendizado do aluno


 

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Ruído em sala de aula incomoda 70% dos alunos, diz pesquisa da Unicamp

Estudantes se incomodam com o ruído provocado
em salas de aulas (Foto: Reprodução/ EPTV)


Uma pesquisa da Unicamp realizada com cerca de 700 estudantes do ensino fundamental das redes públicas e privadas de Campinas (SP) revelou que 70% das crianças e adolescentes se incomodam com o ruído provocado pelos colegas em sala de aula. Para 99% deles, os colegas são os principais responsáveis pelo barulho. Segundo a fonoaudióloga Keila Knobel, que desenvolveu o estudo, a resultado foi uma surpresa. Antes acreditava-se que só os professores tinham essa percepção. "Atrapalha porque estou escrevendo e não consigo pensar", alerta a estudante Isabela Pocai.
De acordo com o estudo, cerca de 60% dos estudantes relatam que os ruídos na escola atrapalham durante os exercícios em sala de aula, interferindo na concentração e atenção. Outros 10,3% comentam que não conseguem entender a professora, 6,2% disseram que ficam com dor de cabeça e 6,5% sentem dor de ouvido. "Muitas vezes ele volta para casa com dor de cabeça. Nós investigamos e ele não tem problema de visão. Acho que realmente é o barulho", disse a empresária Lilian Gracioli.
De acordo com a pesquisa, 22,1% admitem ter participação no barulho. Outros 34,8% admitem que fazem barulho 'às vezes', justificando que sempre falam quando terminam a lição ou que conversam baixinho. “Os estudantes não têm ciência que eles mesmos produzem o barulho", comenta Keila Knobel.
Os estudantes não tem ciência que eles mesmos produzem o barulho"
Keila Knobel
Pesquisa
O diagnóstico integra o pós-doutorado da pesquisadora em parceria com a Faculdade de Ciências Médicas (FMC), por meio do Departamento de Desenvolvimento Humano e Reabilitação. A pesquisa realizada entre 2010 e 2012 com crianças de 6 a 14 anos, era inicialmente em cima do programa americano “Dangerous Decibel”, traduzido como decibéis perigosos, para detectar o processo de perda auditiva ao longo da vida.

Keila explica que o processo era entender a perda auditiva em crianças e adolescentes através de eletrônicos como tocador de MP3, televisão e celulares. “Quando iniciei o trabalho em campo me choquei com o barulho nas salas de aula e resolvi integrar a pergunta no questionário”, explica a fonoaudióloga. “O resultado foi impressionante ao ver que a maioria se incomodava com o ruído em sala de aula, que chega atingir 85 decibéis", diz.
Geração do ruído
A fonoaudióloga desenvolveu durante a pesquisa a tese da “Geração do Ruído” que é, segundo ela, que as crianças são estimuladas desde pequenas a escutar e reproduzir barulhos muito intensos. “Elas vão ao circo e o palhaço diz que quem gritar mais alto ganha pirulito, ou os pais as estimulam a dançar com músicas muito altas, isso influência nos hábitos sonoros”, aponta a pesquisadora.

Já existe um novo projeto a ser aplicado pela fonoaudióloga em estudantes do Ensino Fundamental 1, em que será trabalhado em sala de aula medidas para as crianças aprenderem a controlar o ruído.
De acordo com a coordenadora do curso de pedagogia da Unicamp, Professora Dirce Van, a pesquisa desenvolvida contribui de forma positiva no campo pedagógico para novos estudos aprofundados sobre o assunto. Ainda de acordo com a pedagoga, uma medida que as escolas podem tomar para diminuir os barulhos é fazer ações coletivas com o grupos, em que seja exposto os problemas e soluções nas salas de aula. [Fonte: G1]

Professor carismático não influi no aprendizado, aponta pesquisa

Pense na seguinte situação: você tem duas oportunidades de assistir à mesma aula. Na primeira, o professor é daqueles superarticulados, que falam bem, têm presença, mantêm contato visual, concatenam o raciocínio sem precisar ler notas. Na segunda, o professor é mais hesitante, gagueja, tropeça nas próprias palavras, evita olhar para os alunos e avança na explicação dos conceitos com o auxílio de anotações. Em qual situação você acha que aprenderia mais? Na primeira?
Sim, não é só você que acha isso. A pesquisa “Aparências enganam: fluência do professor aumenta percepção de aprendizado sem aumentar o aprendizado”, recém-publicada no Psychonomic Bulletin and Review, mostra que a quantidade de informação absorvida é muito parecida nas duas situações, apesar de a percepção de aprendizado ser maior no primeiro caso.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores da Universidade do Estado de Iowa Shana Carpenter, Miko Wilford, Nate Kornell e Kellie Mullaney pediram que o mesmo professor apresentasse um conceito científico específico de duas formas radicalmente diferentes e gravasse essas duas apresentações em vídeo. Na primeira, ele se mostrou articulado e carismático; na segunda, muito menos fluente na comunicação. Nas duas circunstâncias, porém, o conteúdo transmitido era o mesmo.
Com os vídeos prontos, os pesquisadores dividiram 42 estudantes em dois grupos. O primeiro foi exposto à aula “mais fluente” e o segundo à aula “menos fluente”. Ao fim do experimento, os alunos do primeiro grupo tiveram de responder a um questionário em que tinham que fazer um “julgamento de aprendizado”, estimando quanta informação do vídeo eles seriam capazes de se lembrar em 10 minutos. Enquanto isso, participantes do experimento 2 tiveram a oportunidade de ler o conteúdo do vídeo.
Os estudantes que tiveram a oportunidade de assistir à aula mais articulada tinham a sensação de ter aprendido mais que o segundo grupo.







Na sequência, os participantes dos dois experimentos responderam a um questionário de avaliação do instrutor, além de perguntas que demandavam uma autoavaliação (como sentiam que haviam aprendido o material). Os que tiveram a oportunidade de assistir à aula mais articulada tinham a sensação de ter aprendido mais que o segundo grupo. No entanto, quando os estudantes foram submetidos a uma avaliação sobre o conteúdo aprendido, pouca diferença foi encontrada entre eles.
Quando tiveram acesso aos resultados do teste, os alunos que tiveram a aula “fluente” se mostraram desapontados com suas notas, enquanto as notas do outro grupo estavam mais relacionadas com suas expectativas. “A percepção dos alunos quanto ao seu próprio aprendizado e a efetividade do professor parecem se basear mais na fluência da aula do que no aprendizado propriamente dito”, afirmam os resultados no estudo. [Fonte: Terra / Com informações da Times Higher Education]

Escolas europeias apostam em salas de aula sem classes

Nas escolas da rede Vittra, na Suécia, os alunos são ensinados em pequenos grupos espalhados nos diferentes espaços, e os mobiliários são feitos sob medida - Foto: Kim Wendt / Divulgação
A promessa de um ensino personalizado na rede de escolas Vittra, na Suécia, começa no mobiliário. Nada de classes dispostas lado a lado em frente a um quadro-negro. Ao contrário do formato convencional, pufes espalhados pelo espaço e sofás em formatos curiosos foram projetados com a participação das crianças.
A arquiteta Rosan Bosch foi responsável pelos projetos das salas de aula das escolas Vittra, na Suécia, e Ordrup School, na Dinamarca, redes que apostam na valorização da individualidade do aluno. A arquiteta conta que a tarefa foi criar um design capaz de suportar o desenvolvimento dos estudantes ao mesmo tempo em que fosse funcional, para proporcionar um espaço estimulante de aprendizagem e trabalho. Para ela, o maior desafio no projeto foi criar um ambiente escolar atraente que despertasse a curiosidade dos alunos, para que relacionassem o aprendizado a algo positivo, aumentando a vontade de ir para a escola.
O projeto da Ordrup School é focado nos alunos de seis a 12 anos de idade e, com a criação de espaços diferentes, pretende valorizar a criatividade e as diferenças de cada aluno. Os estudantes podem trabalhar em grupos ou ficar em cabines de concentração coloridas para leitura, sem se distrair com o que acontece ao redor. Também são utilizados tubos de leitura estofados, sofás, ilhas sobre rodas que podem ser movimentadas e usadas para diversos trabalhos.
Segundo o chefe de pesquisa e desenvolvimento da Vittra, Ante Runnquist, a escola optou por criar ambientes diferentes, pois, além das salas de aula, os alunos devem estar em contato com outros espaços, facilitando o encontro de lugares e de atividades que se adaptem ao indivíduo. Para isso, a escola desenvolveu, com a arquiteta, a ideia de uma sala de aula diferente das tradicionais. Os alunos são ensinados em pequenos grupos espalhados nos diferentes espaços da escola, e os mobiliários são feitos sob medida.
Rosan explica que alguns móveis foram criados com as crianças, para garantir que pudessem trabalhar da melhor maneira, sentados de forma adequada, tornando mais fácil implementar os métodos de ensino digitais, como é o caso da Vittra, que mantém um projeto de um computador por aluno. A rede sueca tem mais de 30 escolas no país e não cobra mensalidade dos alunos - o único pré-requisito é que o responsável esteja cadastrado no órgão público responsável e em dia com seus impostos.
Diferença
Bem distante da realidade das escolas públicas brasileiras, a inovação mobiliária das redes sueca e dinamarquesa não estão isoladas das suas metodologias. A Vittra, por exemplo, investe numa aprendizagem baseada na experiência do aluno e os estimula a conviver com as diferenças. Um de seus projetos recentes colocou seus estudantes em contato, por cartas, com crianças de Gana, na África. Outra de suas escolas levou os pequenos à cidade de Lund, para encontrarem pessoalmente Dalai Lama.

No Brasil, as escolas tradicionais predominam, mas, segundo a professora do departamento de métodos e técnicas da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, Patrícia Pederiva, há experiências inovadoras, com o objetivo de fazer do espaço educativo um lugar para a criação. "A base desse ensino tradicional é a igualdade, o modelo único, a busca pelo padrão. Ora, se somos diversos, a base não pode ser a igualdade e sim a diferença. Por meio dessa diferença que crescemos na vida, em qualquer espaço. Igualdade engessa, diferença liberta", diz Patrícia.
A professora defende que é preciso ter espaço para explorar todos os sentidos no lugar mais amplo e rico possível, principalmente na infância. "É preciso ter espaço para correr, brincar, pular, explorar, cheirar, ouvir", elenca. O lugar ideal para o ensino, de acordo com Patrícia, é aquele em que se pode vivenciar todos os sentidos plenamente, espaço para o corpo, para ler, para descansar, para criar, quanto mais engessado for o ambiente, quanto mais controlado, menos espaço haverá para a criação. "Salas convencionais são espaços engessados. É preciso pensar em novas vivências. Mas, para isso, é preciso também pensar educação de uma forma mais livre, mais criativa", afirma.
Mas não basta investir em móveis novos. Para o professor Celso dos Santos Vasconcellos, doutor em educação pela Universidade de São Paulo (USP) e responsável pelo Libertad - Centro de Pesquisa, Formação e Assessoria Pedagógica, o mobiliário faz parte de uma estrutura que favorece ou dificulta o aprendizado. Espaços que privilegiem o trabalho em grupo, como grandes mesas, seriam eficientes, diz, mas a questão principal é o professor. "O professor tem que garantir um trabalho coletivo", afirma. O educador precisa estar atento aos estudantes, acompanhando e supervisionando suas pesquisas, além de ter a capacidade de atender as crianças individualmente ou em grupos.
O ensino deveria ser baseado em projetos, por meio de estudo e pesquisa, em que os alunos são ativos no processo e aprendem em situações baseadas em problemas, são debates buscando soluções, de acordo com Vasconcellos. "Ter a sala como um local de estudo e não de aula", afirma. [Fonte: Terra]

De Vilão a Aliado

Pesquisa absolve celular na escola:

Estudo internacional aponta que o aparelho ajuda na aprendizagem:

Condenado pelos incômodos gerados no ambiente escolar, o telefone celular está prestes a se transformar em um aliado no processo de aprendizagem, segundo um estudo de um grupo de pesquisadores internacionais.

O relatório Horizon 2010, que identifica tecnologias que podem ter impacto na educação nos próximos anos, aponta o celular como uma das ferramentas pedagógicas do futuro.

Resultado da troca de informações entre especialistas de mais de 300 universidades ao redor do mundo, o estudo coordenado pelas organizações New Media Consortium e Educause bate de frente com a visão de professores país afora, que culpam o celular pela distração dos estudantes.

Pelo estudo, o celular pode ser útil para pesquisas durante a aula, para gravar trechos de explicações do professor e até para compartilhar com a turma, por meio de redes sociais como o Twitter e blogs, dados de saídas a campo. Única brasileira a participar da edição mais recente do relatório internacional, Cristiana Assumpção defende que educadores brasileiros repensem a postura quanto ao uso da comunicação móvel na escola.

– O celular é uma ferramenta que está na mão de todos, não importa a classe social. Não se pode tapar uma coisa que está vindo como um rolo compressor. Com a proibição, os alunos logo encontram uma forma de contornar isso, fazendo às escondidas. O pensamento deveria ser: já que estão usando, como podemos fazer para usar melhor? – afirma a especialista em tecnologia da educação, coordenadora dessa área no Colégio Bandeirantes, de São Paulo (SP).

Em Santa Catarina, o uso de celular em sala de aula é proibido pela lei 14.363, de janeiro de 2008, em escolas públicas e instituições privadas.

Mas, para o diretor de educação básica e profissional da Secretaria de Estado da Educação, Antônio Elízio Pazeto, todas as tecnologias que agreguem conteúdos são válidas na hora de ensinar.

– Quanto mais tecnologia, melhor. Desde que usada devidamente e em consenso com o professor – afirma.

Segundo Pazeto, é possível admitir que o telefone celular contribua para a aprendizagem quando usado para fazer pesquisas. Mas ele percebe que os alunos têm o hábito de usar o aparelho apenas para fazer ligações e mandar torpedos. [Fonte: Jornal DC]


“O segredo não é banir o celular”

ENTREVISTA: Larry Johnson, diretor executivo do New Media Consortium

Diretor executivo do New Media Consortium e um dos coordenadores do estudo, o norte-americano Larry Johnson defende que professores precisam adaptar o uso dos celulares na escola. Ele concedeu entrevista por e-mail.

Diário Catarinense – Como os celulares podem ser úteis nas salas de aula?

Larry Johnson – Os celulares, mesmo os mais simples e baratos, são pequenos dispositivos de captura multimídia essenciais. Fotografam, filmam, enviam mensagens e, obviamente, permitem ligações. São uma maneira fácil de criar um blog que possa receber entradas de telefones (textos, torpedos, vídeos e áudios). Então, um computador localizado em qualquer lugar pode expor aquela informação produzida para o mundo.

DC – Os professores costumam ter problemas com os celulares, pois os alunos perdem a concentração. O que o senhor diz sobre isso?

Johnson – Esse tipo de preocupação é baseada na questão de que os telefones podem ser usados para diversas atividades – e crianças deixadas à vontade se dispersam algumas vezes. O segredo não é banir o celular, mas usá-lo. As escolas devem procurar maneiras de usar os celulares e buscar compreender como transformá-los em ferramentas à aula.

DC – Como os professores podem fazer o uso educacional dos telefones celulares?

Johnson – Os professores precisam reconhecer que os estudantes usam seus telefones como forma de aprendizagem o tempo todo – apenas não para os tipos de aprendizagem que os professores ordenam. [Fonte: DC]