Mostrando postagens com marcador Tecnologias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tecnologias. Mostrar todas as postagens

Não Permita Que Seus Filhos Tornem-se ZUMBIS DIGITAIS

ZUMBI DIGITAL


Na era da Economia da Atenção, sua mente é a moeda mais valiosa. Este livro é o seu guia de campo para entender como a tecnologia foi projetada para roubar seu foco, destruir sua produtividade e enfraquecer seus relacionamentos.

Pare de Rolar a Vida. Comece a Viver.

Zumbis Digitais não é um manifesto contra a tecnologia; é um plano de fuga para o uso consciente dela. É o mapa para você sair da névoa digital e voltar para a vida real, onde o significado e a satisfação realmente residem.

Ao ler este livro, você irá descobrir:

🧠 A Neurociência do Vício: Entenda como os algoritmos sequestram seu sistema de dopamina e o transformam em um escravo da notificação.

🚫 O Fim da Procrastinação por Distração: Aprenda o método Produção Profunda (Deep Work) para blindar seu tempo de foco e multiplicar sua produtividade (sem trabalhar mais).

📵 A Cura do "Fantasma Social": Estratégias práticas para estar totalmente presente em suas conversas e reconstruir conexões humanas significativas.

💸 A Auditoria da Distração Financeira: Como o zumbilismo digital leva a gastos impulsivos e como você pode proteger seu dinheiro e seu tempo.

🧘 O Poder do Tédio: Redescubra a beleza da serendipidade e do silêncio, onde nascem a criatividade e os insights mais valiosos.

Este não é mais um livro sobre produtividade. É um livro sobre soberania. É sobre reivindicar o controle total sobre a sua mente.

Para quem é este livro?

Harvard Tem Cursos de TI de Graça e Legendados; Saiba Como se Inscrever

 

Cursos gratuitos na Universidade de Harvard© Fornecido por Catraca Livre

A Universidade de Harvard, localizada nos Estados Unidos, oferece cursos gratuitos para pessoas de qualquer lugar do mundo por meio de sua plataforma online.

Os cursos abrangem diversas áreas, incluindo Tecnologia da Informação (TI). Essa é uma excelente oportunidade para desenvolver novas habilidades e expandir seus conhecimentos sem sair de casa.

Mais detalhes sobre os cursos

Qualquer pessoa pode se inscrever. O único requisito é ter acesso à internet e um dispositivo, como um computador ou smartphone, para acompanhar as aulas.

A maioria dos cursos não exige experiência prévia, mas alguns pedem conhecimentos básicos relacionados ao tema.

As aulas são ministradas em inglês, mas há cursos com traduções em português. Verifique a disponibilidade do idioma antes de realizar sua inscrição.

Embora o acesso ao conteúdo seja gratuito, o certificado de conclusão está disponível mediante pagamento de uma taxa.

Quais são as capacitações oferecidas?

São centenas de opções disponíveis voltadas para programação, ciência da computação e análise de dados. Veja alguns exemplos a seguir, todos com legendas em português:

Como consultar os outros cursos disponíveis?

Acesse a plataforma HarvardX para explorar as outras opções disponíveis. O processo de cadastro é simples: crie uma conta, escolha o curso que deseja fazer e comece a aprender.

Além das formações em TI, você encontrará cursos de diversas áreas, com informações detalhadas sobre o conteúdo e a carga horária.

FONTE: MSN

5 Cursos Online e Gratuitos Para Quem Quer Entrar na Área de TI

 CLIQUE NA IMAGEM PARA ACESSAR

Cursos para começar na área de TI © iStock/WANAN YOSSINGKUM

10 Cursos de Harvard na Área de TI Para Fazer de Graça e Em Casa




Qualquer pessoa, independentemente de sua localização, pode se inscrever nos cursos. O único requisito é ter acesso à internet e a um dispositivo, como computador ou celular.

Os cursos dão cerificado?

Embora os conteúdos sejam gratuitos, o certificado de conclusão dos cursos só é emitido mediante o pagamento de uma taxa.


Também vale explicar que muitas das aulas possuem legendas em português, facilitando o aprendizado para quem não domina o inglês.

A seguir, confira as opções e clique sobre o nome do curso desejado para saber mais.

Quais cursos de TI estão disponíveis?

  1. CS50: Introdução à Ciência da Computação  Este curso é uma introdução abrangente à ciência da computação e à arte da programação. 

  2. Programação Web do CS50 com Python e JavaScript – O curso continua de onde o outro parou, aprofundando-se no design e na implementação de aplicativos web com Python, JavaScript e SQL.
  3. Introdução à Segurança Cibernética do CS50  Explora os princípios fundamentais da segurança cibernética para públicos técnicos e não técnicos. 

  4. Introdução à Ciência de Dados com Python  Oferece uma introdução à programação utilizando Python, abordando conceitos básicos sobre Aprendizado de Máquina (ML) e Inteligência Artificial (IA).

  5. Ciência de Dados: Noções Básicas de R – Focado em introduzir os conceitos básicos da ciência de dados utilizando a linguagem de programação R, este curso é ideal para quem deseja aprender a organizar, analisar e visualizar dados. 
  6. Ciência de Dados: Aprendizado de Máquina – Parte do Programa de Certificação Profissional em Ciência de Dados, este curso ensina algoritmos de aprendizado de máquina e técnicas como análise de componentes principais.

  7. Ciência de Dados: Fundamentos de R – Explora as bases de conhecimento em R e ensina a discutir, analisar e visualizar dados.

  8. Ciência de Dados: Inferência e Modelagem – Foca em inferência e modelagem estatística, utilizando um estudo de caso sobre previsões eleitorais com a linguagem R.

  9. Ciência de Dados: Probabilidade – Oferece uma introdução à teoria da probabilidade, essencial para cientistas de dados, com exemplos práticos como a crise financeira de 2007-2008.

  10. Ciência de Dados: Ferramentas de Produtividade – Ensina a usar ferramentas como GitHub, git, Unix/Linux e RStudio para manter projetos organizados e produzir relatórios reproduzíveis.

Como se inscrever nos cursos de Harvard?

Para acessar os cursos, basta visitar a plataforma HarvardX, criar uma conta e escolher o curso desejado.

A plataforma possui fácil acesso e diversas opções de cursos, tanto na área de TI quanto em outras disciplinas (clique aqui para acessar).

Fonte: MSN

Microsoft Lança Cursos Gratuitos para Qualificação em Tecnologia

A Microsoft adicionou novos cursos gratuitos à plataforma Eu Capacito, iniciativa do Instituto Itaqui. Os conteúdos recém-lançados abordam temas como inteligência artificial, programação e letramento digital.

A iniciativa, que conta com o apoio do Ministério do Trabalho e Emprego, busca atender à crescente demanda por habilidades tecnológicas no mercado de trabalho. Segundo o Relatório sobre o Futuro dos Empregos, feito pelo Fórum Econômico Mundial, 60% dos trabalhadores precisarão atualizar suas competências até 2027.

Carreira Lista Forbes: as 10 Melhores Empresas do Mundo para Trabalhar Confira os Principais Cursos Disponíveis Trilha de Aprendizagem – Conecta +: Dicas para Conseguir um Emprego (2h45min)

Trilha de Aprendizagem – Fluência em IA (1h15min)

Uma introdução à inteligência artificial, com temas como machine learning, ética e evolução das buscas online.

Trilha de Aprendizagem – Escola do Trabalhador 4.0

MEC lança plataforma digital para melhorar Ensino Fundamental


O Ministério da Educação (MEC) lançou hoje (27) o Programa Escola do Adolescente, que vai oferecer, por meio de uma plataforma digital, formação e apoio técnico a professores e gestores de escolas públicas. O objetivo é melhorar o desempenho de estudantes nos anos finais do ensino fundamental, ou seja, do 6º ao 9º ano.
“O ensino fundamental 2 é uma das etapas que tem tido menos política, que tem sido menos pensada. Temos muita coisa para o ensino médio, para a alfabetização, para anos iniciais [do 1º ao 5º ano do ensino fundamental]”, diz o ministro da Educação, Rossieli Soares, durante o lançamento em Brasília. “É preciso trazer oportunidade de apoiar as escolas nessa etapa”, complementou.
Para participar, estados e municípios devem fazer a adesão ao programa. O prazo começa no dia 10 de dezembro e vai até o dia 31. Em seguida, as escolas farão a adesão, de 11 a 31 de dezembro.  
Todas as escolas com anos finais do ensino fundamental poderão participar. Para as 13 mil escolas públicas com alto índice de vulnerabilidade, ou seja, com mais de 50% dos alunos com Bolsa Família, o MEC vai repassar R$ 360 milhões, no âmbito do programa Novo Mais Educação.
Os recursos deverão ser usados para ampliar o tempo dos estudantes na escola e para que as escolas implementem programas para a aprendizagem. Do total, R$ 220 milhões serão repassados ainda em 2018. Em 2019, serão repassados, os R$ 140 milhões restantes.

Desempenho e avaliação

Segundo o MEC, a plataforma vai oferecer instrumentos para tornar as aulas mais atrativas. Além de acesso a materiais específicos, que ajudarão gestores e professores tanto nas aulas quanto a entenderem melhor os estudantes, as escolas terão acesso a um diagnóstico detalhado com o desempenho dos estudantes, taxa de aprovação, entre outros dados.
A plataforma fornecerá ainda instrumentos para a realização de avaliações de matemática e português dos estudantes nos anos finais. Estarão disponíveis ferramentas de escuta da percepção que os estudantes têm sobre o ambiente escolar. Além de uma área de compartilhamento de boas práticas.
“Sabemos pouco a respeito de como o adolescente aprende, o que caracteriza esse adolescente, a plataforma servirá para a formação e fortalecimento da gestão pedagógica e apoio a gestão”, diz a secretária de Educação Básica da pasta, Kátia Smole. “Queremos trazer para o centro da conversa uma palavra às vezes esquecida: aprendizagem. Os estudantes precisam aprender na escola”.
Soares assinou hoje a portaria que institui o programa. Segundo Kátia, o governo atual deixará, para a equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro, tudo organizado para que a plataforma comece a ser usada nas escolas a partir de 2019. “Estamos deixando a plataforma, ferramenta de gestão, roteiro de trabalho, constituição de rede de governança, para que as redes e as escolas possam começar 2019 com insumo bastante grande para dar continuidade a esse programa”, disse.

Indicadores

Os indicadores educacionais mostram que o desempenho dos estudantes tem queda nos anos finais do ensino fundamental, intensificando no ensino médio – etapa com os piores indicadores. Ao final do ensino fundamental, de acordo com os últimos dados disponíveis, em 2017, 45% das escolas não alcançaram a meta do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Além disso, de cada 100 alunos, cinco concluíram a etapa com o aprendizado adequado em português e três em matemática, de acordo com parâmetros do MEC. Na rede pública, 14,5% dos estudantes reprovam ou abandonam os estudos no ensino fundamental nas escolas públicas. [Fonte: Yahoo]

Uso da tecnologia vai mesmo deixar os professores ultrapassados em sala?

Pixabay
Há alguns anos, a inteligência artificial tem sido posicionada como o ápice da tecnologia para a educação. Muitos acreditam que somente a tecnologia, de modo geral, é capaz de abrir espaço para a inovação educacional, sobretudo em um contexto em que crianças e jovens gastam duas vezes mais tempo diante das telas – televisão, computador, smartphone e tablet – do que na escola.
Essa forma de pensar ganhou reforço desde 2010, quando a revolução digital passou a ser incorporada à escola. Um pensamento mais criterioso, entretanto, mostra que a educação inovadora nem sempre está atrelada a soluções tecnológicas do momento, como a da inteligência artificial. Inovar na educação requer analisar os contextos específicos e os objetivos mais amplos, antes de depositar toda a esperança de mudança educacional em uma abordagem única.
A Geekie, referência em educação com apoio de inovação no Brasil e no mundo, há sete anos tem usado a inteligência artificial em ferramentas e plataformas criadas pela empresa. Com uma visão pragmática e especializada, temos criado uma forma inovadora de fazer uso da tecnologia e de metodologias.
Um dos produtos da Geekie – Geekie Games, plataforma de estudo online que capacita e aprimora o desempenho de estudantes em provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e vestibulares, exames que permitem o ingresso ao ensino superior – faz uso da inteligência artificial. Com oferta de planos de estudos personalizado, aulas, exercícios, simulados e simulador do Sistema de Seleção Unificada (SISU), a plataforma já foi usada por mais de 7 milhões de jovens brasileiros.
É a única ferramenta de estudos para o ENEM que conta com o reconhecimento do MEC. Ao longo da trajetória, a ferramenta auxiliou 73% de estudantes com idade entre 18 anos e 24 anos: 22% entre 25 anos e 44 anos; e 5% com mais de 44 anos, sendo 64% de mulheres e 36% de homens. Desse universo, 72% são de escolas públicas e 28% particulares. Em 2016, a avaliação Metas Sociais – uma das organizações mais conhecidas que mensuram o impacto das políticas sociais, faz uma análise intensiva do impacto social deste projeto; depois de averiguar dados de mais de 140 mil estudantes – comprovou que o algoritmo de recomendação do plano de estudos da empresa proporcionou uma melhoria cinco vezes maior em relação a quem seguiu um plano de estudos padronizado.
Cabe lembrar que a inteligência artificial está entre nós desde a década de 1950. O cientista J. McCarthy, da Universidade de Stanford, usou o termo pela primeira vez em uma conferência, em 1956, na Dartmouth University, nos Estados Unidos. Na ocasião, classificou teorias de complexidade, simulação de linguagem, redes neurais e máquinas de aprendizagem; na prática, sistemas de imaginação humana que usam a ciência da computação.
Uma das chaves da inteligência artificial aplicada à educação é a machine learning – um programa ou sistema que constrói um modelo preditivo a partir da análise de correlações entre os dados disponíveis para aplicar sobre dados não conhecidos. Esse sistema usa o modelo aprendido para traçar previsões úteis a partir de novos dados; o aprendizado de máquina também se refere ao campo de estudos relacionado a esses programas e sistemas.
A machine learning é a prática de usar algoritmos para coletar dados, aprender com eles e fazer predição de algo. A partir desses dados e algoritmos, a máquina é “treinada” e adquire habilidade de aprender a executar determinada tarefa. Com a automação de funções analíticas, cada vez mais será exigido dos seres humanos habilidades criativas e sociais. Jennifer Rexford, acadêmica da Ciência da Computação, da Universidade de Princeton, afirma que o modo que ensinamos hoje não coloca muita ênfase em criatividade, percepção social, design e trabalho em grupo; segundo ela, o campo da educação está buscando formas de responder ao impacto da inteligência artificial.
E isso requer não apenas o foco no ensino de diferentes habilidades para preparar os jovens para o futuro do trabalho, mas empregar inteligência artificial para adotar novas formas de ensinar. Concordo. A trajetória e visão da Geekie mostra a importância da inclusão do professor em todas as propostas educacionais; com ou sem tecnologia, o envolvimento desse profissional é essencial para potencializar o aprendizado.
Aliás, um tema educacional recorrente é que enquanto os millenniuns têm demandado mais tecnologia dentro da sala de aula, os professores resistem às inovações educacionais. Ouso discordar. Na Geekie, aliamos a tecnologia de ponta às metodologias pedagógicas inovadoras que potencializam o aprendizado.
Ao contrário do pregado pelos críticos, a tecnologia tem se tornado uma importante aliada dos educadores, sobretudo no desafio de gerenciar melhor o tempo dentro e fora da sala de aula. No Brasil, os docentes utilizam 12% da carga horária para administrar tarefas operacionais (corrigir exercícios e provas, preencher listas e tabelas, elaborar e revisar planejamento, calcular notas); 20% é usado para manter a disciplina na sala de aula; e 67% é dedicado ao ensino e aprendizagem propriamente dita. Essa é a conclusão da pesquisa conduzida pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Com a experiência do atendimento de mais de 12 milhões de alunos e 5 mil escolas públicas e privadas, podemos afirmar que o principal aprendizado é que a tecnologia a serviço da educação se torna mais poderosa quando está nas mãos dos professores. Quando o auxiliamos o docente a ter informações de forma rápida e eficiente, ele se torna um verdadeiro super-herói que pode melhorar a qualidade da educação no Brasil. Com avanços tecnológicos exponenciais, o desafio é direcioná-los para levarmos a educação a um novo patamar.
Não se trata de automatização, mas da possibilidade inovadora de personalizar, canalizar o tempo dos educadores e gestores para o que realmente importa e utilizar os recursos e metodologias capazes de apoiar uma educação coerente com as necessidades dos nossos alunos. O ponto central é que as tecnologias trazem benefícios exponenciais quando voltadas aos professores. Um computador nas mãos dos professores, por exemplo, elevou a notas dos alunos brasileiros no PISA em 2,7 pontos.
O processo de visto e correção de atividades alternativas pode levar muito tempo, demandando um tempo precioso que poderia ser investido no desenvolvimento de planos de aula e no atendimento um a um com estudantes. A inteligência de dados pode trazer uma experiência mais personalizada e personalizável; aprendizado adaptável no qual os professores passam a ter acesso exatamente quando o aluno está consumindo o conteúdo; o envio de informações sobre como estão lidando com esses conceitos. Esse conhecimento oferece ao professor a oportunidade de fazer ajustes nas aulas de acordo com a necessidade do aluno. Podem, inclusive, oferecer conteúdo adicional para que o aluno possa ter um reforço necessário a ir mais adiante.
Com o apoio da inteligência de dados, o trabalho do professor não se restringe a passar os conceitos, sim moldar comportamentos como resiliência e inteligência emocional para lidar com desafios. Além disso, todos nós temos aquela lembrança de um professor que moldou nossas vidas e nos inspirou a escolher uma carreira profissional ou tomar uma decisão de longo prazo nas nossas vidas. A tecnologia pode colaborar para conectar estudantes e tutores por meio de feedbacks constantes e customizados.
Com esses dados, vemos que o fator humano não pode ser substituído. Vale lembrar que a interação com o docente face a face, é responsável pelo desenvolvimento das habilidades do século XXI – incluindo habilidades cognitivas como resolução de problemas e desenvolvimento de pensamento crítico, além de características como determinação e perspectiva.
Em suma, usar a tecnologia em sala de aula extrapola a visão sobre a capacitação de professores para o uso da ferramenta. Estamos falando de como os recursos tecnológicos ajudam a tornar a aula uma experiência mais dinâmica e completa. Algo que é almejado por alunos, professores, pais e toda a comunidade educacional.
Claudio Sassaki é mestre em Educação pela Stanford University e cofundador da Geekie, empresa referência em educação com apoio de inovação no Brasil e no mundo [Fonte: Yahoo]

Usando a Tecnologia como Aliada da Educação



Novidades sobre a qualidade da educação
Imagine acompanhar em tempo real o progresso de seus alunos e poder recomendar para cada um deles exercícios e conteúdos de acordo com o que eles mais precisam.Parece coisa de escola do futuro, mas isso já é possível. Usando a tecnologia como sua aliada, você pode levar ferramentas e aplicativos para sua sala de aula que permitem fazer exatamente isso.

Para apoiar nesse processo, a Fundação Lemann e parceiros acabam de lançar quatro cursos online e gratuitos ​no Coursera ​que apresentam aos educadores formas de integrar tecnologias digitais ao currículo escolar​ favorecendo a personalização do ensino​.

Explorando os recursos educacionais da Khan Academy
(https://www.coursera.org/learn/khanacademy/) ​

Matemática simplificada. O curso apresenta a ferramenta gratuita Khan Academy através das perspectivas do tutor e do aluno, para que o professor domine todos os recursos disponíveis. Ele aborda diferentes etapas do uso da ferramenta: desde como começar a usar o site em aulas até como aproveitá-lo para otimizar o aprendizado.

Fundamentos do Google para o ensino
​(https://www.coursera.org/learn/fundamentosgoogle/)

Um apoio para tornar os professores mais inovadores e eficazes. O curso ensina os professores a usarem ​soluções do Google para facilitar seu trabalho, seja nas atividades administrativas ou em dinâmicas de sala de aula.

Ensino Híbrido: personalização e tecnologia na educação
​(https://www.coursera.org/learn/ensino-hibrido/)

Ensino híbrido é uma abordagem da educação que usa a tecnologia como aliada no ensino e aprendizado. Este curso, que foi criado a partir da experiência de professores brasileiros, apresenta formas de o educador aproveitar melhor seu tempo e entregar a cada aluno conteúdos personalizados. Além de explicar o conceito de ensino híbrido, ele propõe atividades práticas para implementá-lo no dia a dia da escola. O Ensino Híbrido pode ajudá-lo a usar ainda melhor a Khan Academy, Programaê! e produtos Google.

Aprenda a ensinar programação com o Programaê!
​(https://www.coursera.org/learn/programae/)

Um curso para o professor aprender a usar a ferramenta gratuita Programaê! explorando todos os seus recursos pedagógicos. Além de apresentar o site e os planos de aula, propõe atividades desplugadas e explica a importância do ensino de programação para o desenvolvimento de competências​ necessárias para o século 21​.

QEdu
Use dados. Transforme a educação.
Feito com carinho por Meritt + Fundação Lemann
© 2015 todos os direitos reservados.
Meritt · Rua Professora Maria Júlia Franco, 175 · Florianopolis, SC 88020-280 · Brasil 


Clique aqui para não receber mais e-mails do Portal QEdu.

Educação do futuro terá banda larga gratuita e drones


Nos próximos 10 anos, a expressão “não sei” vai desaparecer. O mundo todo estará conectado, com internet banda-larga gratuita distribuída por drones, balões, ou microssatélites, e qualquer dúvida será resolvida quase instantaneamente. A previsão é do venezuelano José Cordeiro, professor da Singularity University, localizada em uma base de pesquisa da Nasa, no Vale do Silício (EUA). “Poderemos usar nosso cérebro para coisas mais importantes, mais interessantes e mais inovadoras. Para tarefas repetitivas, teremos os robôs e a inteligência artificial”, resume.

Esse futuro, explica, muda a forma como devemos encarar o conhecimento e a educação atualmente, e é um dos pilares a sustentar a Singularity, que coloca para si a missão de “educar, inspirar e capacitar líderes para aplicar tecnologias exponenciais para enfrentar os grandes desafios da humanidade.” Lá, os participantes - a instituição evita usar a palavra “estudantes” - conhecem as tecnologias de ponta desenvolvidas no Vale do Silício e são instigados a pensar em como elas serão aplicadas nos empreendimentos do futuro - todos com base tecnológica, utilizando inovação e criatividade. “As pessoas que chegam lá costumam ter quatro características: são experts em alguma área, mostram espírito empreendedor e capacidade de liderança e têm experiência internacional”, diz Cordeiro. Uma das perguntas feitas na seleção para o ingresso na universidade é “como você pretende mudar o mundo?”.

Não é por acaso que as palavras empreendedorismo e inovação foram as mais utilizadas pelo venezuelano e por quase todos os participantes do I Workshop Estácio Educação & Inovação, realizado na última quarta-feira na Universidade Estácio de Sá. Ex-secretário Nacional de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e atual reitor da Estácio, Ronaldo Mota resume: “A inovação é uma das chances de o Brasil ser sustentável. Temos de ser competitivos em todos os setores, e isso se faz formando pessoas inovadoras”.

Mota compara o passado e o futuro do processo educativo que deverá nortear os métodos das escolas e universidades do futuro. Para ele, aquele conteúdo que antes era segmentado e teórico tende a ser, cada vez mais, interdisciplinar e baseado em situações e problemas reais, e as avaliações individuais serão substituídas pela constatação da capacidade de realizar missões e trabalhar em equipe. O ensino, que antes era centrado no professor, se voltará para o educando, que tem autonomia para decidir onde, quando e como estudar. “O processo educativo se torna um fenômeno coletivo-cooperativo, ainda que preocupado com a individualidade do estudante”, diz o reitor, autor do livro Education for Innovation and Independent Learning (Educação para Inovação e Aprendizagem Independente, em tradução livre), escrito em parceria com David Scott.
Ele afirma que o professor não reduzirá a avaliação do aluno a simplesmente saber e não saber, porque o profissional do futuro não será medido por isso, mas por sua capacidade de enfrentar desafios e buscar respostas. “Temos que romper com a educação dependente e estimular a aprendizagem independente”, reforça.
“Não se dirá mais ensino presencial e a distância, apenas ensino”
Mota acredita que a autonomia do educando passa pela hibridização da educação a distância e presencial. “Se ele for fazer disciplina presencial, haverá um portal, se for fazer outra a distância, mesmo assim trabalhará em equipe”, explica. Para Pedro Graça, diretor de EAD da Estácio, a modalidade disponibiliza recursos que a presencial, por si só, não oferece. Por exemplo: é possível acompanhar mais atentamente aluno por aluno, vendo o que cada um está errando em cada exercício, quais as dificuldades e as facilidades, e adaptar o conteúdo às necessidades dele.

Ele aponta que um dos desafios tradicionais do EAD, a resistência dos docentes, vem se tornando um problema mais distante, e que cada vez mais o EAD é encarado como uma ferramenta complementar de ensino, não como um entrave ou concorrente. “Os professores que hoje trabalham com EAD, na maioria, não vieram prontos, foram capacitados. Nas próximas gerações, estarão mais preparados, pois isso será trabalhado desde sempre. Não vai mais existir ensino presencial e a distância, apenas ensino”, avalia.  
Diretor de Relações Corporativas e Sustentabilidade da Estácio, João Barroso destaca que o motor do crescimento das matrículas brasileiras no ensino superior é decorrente das instituições de ensino privadas, com grande impulso do EAD. Ele acredita que essas entidades serão imprescindíveis para que o País seja capaz de cumprir a meta 12 do Plano Nacional de Educação, que prevê elevar a taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos.
Sala de aula do futuro e gamificação
No evento, a Estácio apresentou algumas de suas iniciativas que buscam àquilo que considera ser a “universidade do futuro”. A instituição construiu um protótipo do que será a “sala de aula do futuro”, que conta com uma tela conectada desenvolvida na universidade e patenteada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Ela permite interatividade com outros dispositivos, gerenciamento remoto e troca de conteúdo colaborativo, com o objetivo de facilitar o uso de conteúdos multimídia e a interação com os estudantes, substituindo projetor, computador, tela e caixa de som. O mobiliário também foge do tradicional e é pensado para estimular a criatividade dos alunos. A sala está em teste, e a ideia é que, até 2020, chegue a todas as unidades da Estácio.


Site oferece banco com 15 mil questões de provas do ensino médio


Quem é professor sabe o trabalho que é elaborar provas diferentes sobre o mesmo assunto para ser aplicadas no mesmo dia. Não podem ser iguaizinhas, já que os primeiros a fazer podem contar para os últimos o que caiu, nem muito díspares, para não causar injustiças. Pensando nessa dificuldade cotidiana do professor, o Descomplica, site que oferece videoaulas à preparação para o Enem, vai disponibilizar, a partir da próxima segunda-feira (29/05/13), o Descomplica Questões, um banco com 15 mil questões de múltipla escolha com todas as disciplinas do ensino médio. “Nossa missão é sempre simplificar. Em vez de levar uma hora e meia elaborando uma prova, o professor vai poder fazer isso em 15 minutos”, afirma Marco Fisbhen, CEO do Descomplica.
A nova ferramenta, apresentada durante a Educar Educador, permite que qualquer interessado se inscreva gratuitamente e acesse o banco. “Plataformas como essa já existem, mas normalmente são engessadas e caras. Essa é uma solução grátis e eficiente”, diz Fisbhen. Uma vez na plataforma, os professores poderão filtrar as questões por disciplina, assunto e grau de dificuldade – fáceis, médias e difíceis. “O bacana é que os professores podem estruturar suas provas de modo interdisciplinar, misturando, por exemplo, questões de história e geografia”, afirma Rafael Cunha, que dá aulas de redação no Descomplica.
O professor também pode eleger um assunto específico (de Realismo, em português, a Ditadura Militar, em história) ou até mesmo escolher questões a partir de centenas de instituições de ensino superior do país, como a Universidade Presbiteriana Mackenzie, a Universidade Federal de Viçosa, a ESPM, entre outras.
Na versão disponível a partir de segunda-feira, o professor também pode selecionar as questões, montar a prova e imprimi-la. Todas as questões que ele selecionar ficam arquivadas, de forma que ele tenha acesso ao número de vezes que já a utilizou. Também será possível duplicar provas, substituindo algumas questões, ajudando exatamente aquele professor que tem que elaborar provas para turmas de mesmas séries.
Para um futuro próximo, já estão previstas a inserção de novas funcionalidades. Numa delas, o professor poderá montar um grupo, selecionar as questões, gerar um link de prova e enviá-lo por e-mail, para que seja resolvida on-line. Quando isso acontecer, o professor terá acesso aos resultados detalhados dos alunos, saberá qual é o assunto que a turma mais errou e poderá escolher com mais embasamento que matérias precisam ser revisadas. Paralelamente, o professor que quiser também poderá inserir questões próprias no banco, para serem usadas por outros educadores.
Versão paga
Outra novidade são as aulas e as monitorias, ao vivo, que passam a acontecer diariamente, a partir de um calendário pré-estabelecido. A ideia do recurso é servir como um chat on-line, com a presença de um moderador, onde é possível compartilhar mensagens com outros estudantes e fazer perguntas em tempo real para o professor.

O Descomplica funciona em um formato de assinatura que varia entre R$ 15 e R$ 20 mensais, de acordo com o plano que o aluno escolher – que pode ser semanal, mensal ou semestral. [Fonte: Terra]