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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Simulado do Enem: Inscrições até 12 de setembro.

Prova servirá como teste para estudantes que farão este ano 

o Exame Nacional do Ensino Médio

Alunos do 3º ano do ensino médio poderão testar seus conhecimentos com o Simulado Online Enem 2011, que ocorre entre os dias 17 e 18 de setembro, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. A prova é uma versão virtual do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizada pelo Pré-vestibular da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com apoio da Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina e promovida pela Rádio Atlântida de Florianópolis.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 12 de setembro pelo site www.prevestibular.ufsc.br. O teste tem duração de duas horas e pode ser realizado de qualquer computador com acesso à internet, no sábado (17) ou domingo (18), à escolha do aluno.

São duas versões da prova, com 30 questões de múltipla escolha, que abordarão as ciências da natureza, ciências humanas e matemática. O regulamento e demais informações estão disponíveis no site. O professor e coordenador do Pré-vestibular da UFSC, Otávio Auler, irá esclarecer as dúvidas dos estudantes no blog diario.com.br/otavioauler , twitter @profenem e facebook/profenem.

– Todos os desafios da vida exigem dedicação e treino. No Simulado Online Enem é a mesma coisa, antes de entrar em campo, temos que treinar – lembra Auler.

Pelo menos 30 universidades federais adotaram o Enem como única forma de seleção para 2012. As instituições também utilizam o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), criado pelo Ministério da Educação para as universidades que usam a nota do Enem para o processo de seleção, de forma parcial ou integral. A UFSC realiza o vestibular, mas neste ano aumentou o peso do Enem para 30% na nota final da prova.

O concorrente que tenha realizado o teste e obtido um bom desempenho contará com mais pontos.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Projeto de Lei que obriga divulgação do Ideb em escolas públicas tem opiniões divergentes em SC

As fachadas das escolas públicas brasileiras poderão vir acompanhadas de um número: o do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) — uma avaliação que monitora a qualidade de ensino do país. Um projeto de lei, em tramitação no Congresso Nacional, quer obrigar os colégios públicos a colocarem uma placa, de no mínimo um metro quadrado, na porta do estabelecimento, revelando a média que obteve na avaliação nacional.

A ideia foi apresentada pelo deputado federal, Edmar Arruda (PSC-PR). A justificativa foi de que "pais, professores, alunos e toda a comunidade escolar sejam informados sobre a qualidade da escola em que estão envolvidos". Ele ainda citou no texto do projeto que a proposta foi inspirada em uma provocação feita pelo especialista em educação Gustavo Ioschpe.

Em sua coluna na revista Veja de 8 de junho, o pesquisador sugeriu que as escolas públicas deveriam ser forçadas a expor o Ideb ao lado do índice médio do município e do Estado. Para Ioschpe, "a maioria dos pais e professores não sabe se a escola do filho é boa ou ruim" e completa dizendo que se esperar que haja consultas no site do Ministério da Educação (MEC), o Brasil será o país do futuro por mais muitas gerações. De mesma opinião, Arruda levou a ideia adiante.

— Entendo que, à medida que isso se torne transparente, não só haverá uma melhora na autoestima do aluno e dos profissionais como também um maior envolvimento dos pais. É um projeto simples, mas que vai gerar orgulho pra eles ou uma mobilização maior para que se busque melhoras na instituição — diz.

No Rio de Janeiro (RJ), o prefeito Eduardo Paes nem aguardou a aprovação da lei. Assinou um decreto obrigando os colégios municipais a exibiram o número. Quando os alunos voltaram às aulas, na semana passada, já encontraram a nota exposta.

Opiniões divergem no Estado
O presidente do Conselho Estadual de Educação, Maurício Pereira, é favorável à proposta. Ele argumenta que, se a avaliação é pública, os resultados devem ser divulgados:

— Só lamento que por algo tão simples precisamos de lei. Não sei se essa seria a maneira correta. Mas no Brasil, infelizmente, as coisas só funcionam assim.

Para ele, o Ideb é a nota da escola, representando a qualidade que ela tem ou não.

— Quem não tem um resultado bom, que procure melhorar. Divulgar esse índice tem repercussão, incluindo a cobrança dos pais pela melhoria da escola — ressalta.

Número não ajuda

Já para o especialista em educação Antonio Pazeto, ex-diretor de educação básica do Estado, a exposição pública do Ideb em frente a qualquer escola não contribui para melhorar a educação.
— O que é positivo e eu concordo é que se dê amplo conhecimento dos resultados do Ideb aos alunos, pais e professores por meio de discussões, buscando as causas positivas e negativas dos resultados, definindo ações, metas e compromissos conjuntos a serem alcançados. Ele ainda observa que o índice não é garantia de que uma escola é boa e com qualidade:
— Ele serve como um indicador importante, não sendo o único. Há diversos outros aspectos que somente professores, gestores e os próprios alunos têm condições de identificar como positivos ou negativos. Para isso, eles devem focar o trabalho pedagógico, a aprendizagem, as relações de convivência, os valores humanos e ambientais.

Orgulho do resultado
Quando saiu o resultado do Ideb, em 2010, a Escola Aldo Câmara da Silva, em São José, na Grande Florianópolis, colocou uma faixa comemorando o resultado alcançado: 6,2 nos anos iniciais do ensino fundamental. O índice mereceu ser celebrado. Além de a nota ser a mais alta entre escolas públicas do município, apenas 6,7% (3.325) dos colégios públicos do país tiveram índice maior ou igual a seis nesta etapa do aprendizado.

A diretora da escola, Roseli Kulkamp Sant'ana, acredita que o bom desempenho em 2009 — um salto, se comparado com o índice de 2007, de 4,6 — foi devido a um momento que a escola vivia. Havia professores muito engajados com a educação. Eles trocavam ideias e projetos, que funcionavam nas turmas.

— A gente tentou divulgar o máximo nosso desempenho, porque foi um orgulho para todos — relata.

A diretora concorda em expor a nota na frente do colégio, que tem cerca de 420 alunos. Para ela, isso incentivaria a instituição a melhorar. Roseli apenas alerta para o fato de que são poucos os responsáveis que sabem o que a nota representa.

— Quando colocamos a faixa, uma minoria de pais nos procurou. Por isso é interessante que se publique e que se fale do índice. Acredito que, quando o número ficar na frente do colégio, vai despertar a curiosidade dos familiares.

A diretora ainda acha necessário contextualizar o índice, explicando o que ele avalia.

— Ele não é apenas uma nota, é resultado de um trabalho pedagógico e de convivência, que envolve professores, alunos e família — observa.

No final deste ano, alunos do 5º ano e 8ª série irão encarar a Prova Brasil, que conta no Ideb. Roseli espera a escola repita o bom desempenho nas séries iniciais.

Mais do que avaliar a qualidade de escola, a prova também vai dar uma resposta para o novo modelo de ensino fundamental, que era de oito e passou para nove anos. A avaliação será respondida por alunos do 5º ano — os primeiros que entraram no novo modelo, em 2007, quando começou a ser implantado na rede estadual.
Ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb)
Média do Brasil
Séries iniciais (1º a 5º ano): 4,6

Séries finais (6º a 9º ano): 4

Ensino Médio: 3,6
Média de Santa Catarina
Séries iniciais (1º a 5º ano): 5,2

Séries finais (6º a 9º ano): 4,5

Ensino Médio: 4,1
O ranking nos estados
:: Séries iniciais
Minas Gerais: 5,6
Distrito Federal: 5,6
São Paulo: 5,5
Paraná: 5,5
Santa Catarina: 5,2
:: Séries finais
São Paulo: 4,5
Santa Catarina: 4,5
Distrito Federal: 4,4
Minas Gerais: 4,3
Paraná: 4,3
:: Ensino Médio
Paraná: 4,2
Santa Catarina: 4,1
Minas Gerais: 3,9
São Paulo: 3,9
Rio Grande do Sul: 3,9

[Fonte: DC]

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