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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Gestor escolar precisa de formação específica, dizem especialistas


Os atuais cursos de pedagogia e licenciatura não preparam os profissionais para se tornar um gestor de escola. Para profissionalizar a atividade, é preciso aprimorar a formação do educador ensinando também competências de administração escolar.
O diagnóstico foi consenso na mesa sobre estratégias de formação para a gestão escolar, realizada nesta quinta (28), segundo dia do seminário promovido pela Folha de S.Paulo, o Instituto Unibanco e Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação.
Participaram do debate Alexsandro Santos, gerente de desenvolvimento em soluções do Instituto Unibanco; Laurinda Almeida, vice-coordenadora de pós-graduação em Educação da PUC-SP, e Elaine Hine, do conselho diretor do Leading Student Achievement (LSA), um projeto de formação de diretores em Ontário, no Canadá. A mesa foi mediada por Ana Maria Diniz, presidente do conselho do Instituto Península.
De acordo com Santos, a falta de definição sobre quais competências devem ser ensinadas aos estudantes é uma barreira para melhorar a formação dos gestores no Brasil.
Hoje, o Enade (prova que testa conhecimentos adquiridos no curso de graduação) estabelece 14 competências necessárias ao formando do curso de pedagogia. Cinco delas dizem respeito à gestão escolar.
Santos criticou a forma como a avaliação é feita. "As questões são teóricas e excessivamente genéricas. Não há desafios de gestão para o aluno desenvolver."
O conteúdo ensinado, segundo ele, devia fazer com que o aluno seja capaz de elaborar estratégias para problemas comuns do dia a dia da direção, como as faltas frequentes de um professor.
"Os instrumentos oferecidos pela secretaria para lidar com o problema [do professor que falta] não são suficientes. Temos que ensinar o aluno a criar uma estratégia alternativa", afirmou.
Para Laurinda Almeida, a principal competência a ser ensinada ao gestor é a maneira de mobilizar estudantes e professores em ambiente escolar, algo que deve ser aprendido na prática.
"O diretor não precisa ser encarado como alguém que tem respostas certas para todos os problemas, mas alguém que sabe investigar as causas e procurar soluções."
AVANÇOS TRAVADOS
De acordo com Santos, há um esforço no país para definir as matrizes de ensino para o gestor.
O Plano Nacional de Educação, lançado em 2014, prevê que o Brasil vai desenvolver programas de formação de diretores e passar a aplicar uma prova nacional específica para avaliar a preparação dos profissionais.
A partir disso, um programa nacional para certificar diretores chegou ser apresentado pelo Ministério da Educação em 2015, mas o projeto ficou estagnado em razão da turbulência política que culminou com o impeachment da presidente Dilma Rousseff em 2016.
Apesar do passo ter sido considerado um avanço, Santos afirma que os conteúdos especificados no programa ainda precisam ser aprimorados.
"O conteúdo é dividido em cinco domínios, mas ainda é muito genérico. Diz, por exemplo, que os conselhos estudantis devem funcionar, mas não diz de que forma o diretor pode garantir isso."
EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL
Durante a mesa, Elaine Hine relatou sua experiência à frente do projeto de formação de diretores em Ontário, no Canadá.
O Leading Student Achievement (LSA) foi criado em 2005 pelo conselho de gestores escolares, vinculado ao Ministério da Educação canadense, para criar uma rede de ensino de técnicas ligadas à gestão escolar.
A base do projeto é o ensino através de uma rede: líderes distritais "apadrinham" professores que desejam se tornar diretores para compartilhar problemas comuns e práticas bem-sucedidas nas escolas.
Um dos focos principais é a análise de dados. "Foi preciso ensinar aos futuros diretores não apenas como lidar e interpretar dados sobre gestão escolar, mas a importância de elaborar uma gestão baseada nesses dados", disse Hime. [Fonte: Yahoo]

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Brasil é Campeão em Violências Contra Professores


Segundo pesquisa da OCDE, 12,5% dos professores brasileiros disseram sofrer violência verbal ou intimidação de alunos, pelo menos uma vez por semana. O Brasil ocupa a primeira posição no ranking. Em segundo lugar aparece a Estônia com 11%, seguida pela Austrália com 9,7%.

A pesquisa foi realizada em 34 países, com a participação de 100 mil professores e diretores dos ensinos fundamental e médio.

Outra pesquisa mostra que mais de 22,6 mil professores foram ameaçados por estudantes e mais de 4,7 mil sofreram atentados à vida nas escolas. Os dados são do questionário da Prova Brasil 2015, aplicado a diretores, alunos e docentes do 5º e do 9º anos do ensino fundamental de todo o país. 

A violência também ocorre entre estudantes: 71% dos mestres presenciaram agressões verbais ou físicas entre eles. As informações estão na plataforma Qedu.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Abertas Inscrições Para Curso de Graduação em Gestão Pública Pelo IFSC

Prezados,

Para os interessados, o IFSC de Joinville está com inscrições abertas para o curso de graduação de Gestão Pública à distância, no polo UAB. 

São 50 vagas para Joinville, além de vagas em outros cursos em outras cidades. As inscrições estão ocorrendo de 20 de maio a 11 de junho de 2017, somente se baseadas nas notas no ENEM.

Para quem não fez ENEM a dica é ficar de olho pois, após este primeiro processo, as vagas remanescentes geralmente são livres e por ordem de inscrição.


Atenciosamente,

Plataforma ajuda a aumentar o IDEB de escolas - QEdu Redes

Olá, tudo bom?

Nós criamos o QEdu Redes para ajudar os profissionais que desejam aumentar o Ideb da sua rede. Para quem deseja transformar a educação de seu município ou Estado.

Subimos para a plataforma os dados mais recentes da Prova Brasil. Se você ainda não se cadastrou aproveite que é gratuito! Aqui: http://redes.qedu.org.br/

E o que você vai encontrar no QEdu Redes?

As ações para aumentar o Ideb só fazem sentido se você conseguir prever se elas terão o impacto esperado. Por isso no QEdu Redes existe o Simulador do Ideb, onde:
  • Você poderá verificar qual o impacto no Ideb se crescerem as taxas de aprovação em cada ano.
  • Verificar o quanto seu Ideb cresce se as médias de português e matemática na Prova Brasil aumentarem. 
A forma mais consistente de sua rede aumentar o Ideb é priorizando as escolas que precisam melhorar o aprendizado em português e matemética. Por isso desenvolvemos o Painel do Aprendizado que permite:
  • Ver o desempenho da rede e das escolas em cada tópico e descritor da matriz de referência da Prova Brasil
  • Identificar as escolas com maior necessidade de formações em tópicos específicos.
E tudo isso você já pode acessar hoje, gratuitamente. E caso já tenha cadastro, fique à vontade para compartilhar e indicar para outras pessoas que possam se beneficiar da ferramenta!

Um abraço,
Equipe QEdu.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Canadense ‘exilada no frio’ é eleita a melhor professora do mundo



© image/jpeg O aventureiro e montanhista Bear Grylls, a vencedora Maggie MacDonnell e o Sheik Mohammed bin Rashid Al Maktoum, primeiro-ministro e vice-presidente dos Emirados Árabes Unidos e emir de Dubai

A canadense Maggie MacDonnell foi anunciada neste domingo a vencedora do  Global Teacher Prize, competição que escolhe o melhor professor do mundo. O Brasil concorria ao prêmio com  capixaba Wemerson da Silva Nogueira, que se tornou nacionalmente conhecido no ano passado, ao levar o prêmio Educador Nota 10, concedido em parceria pela Fundação Victor Civita com a Fundação Roberto Marinho por um projeto sobre a contaminação do Rio Doce após o rompimento da barragem de Mariana (MG).
Em seu discurso de agradecimento na cerimônia de premiação realizada em Dubai, nos Emirados Árabes, neste domingo, Maggie MacDonnell exaltou a classe. “Nós temos importância, professores importam”, disse. Em seguida, a docente puxou um coro na plateia da frase “Teachers matter” (“professores importam”).  
Maggie trabalha em uma comunidade que possui apenas 1.300 habitantes e onde a temperatura no inverno chega a menos 25 graus Celsius. A docente desenvolveu vários projetos para incentivar a permanência escolar 
A canadense, que é natural da província de Nova Escócia, uma ilha ao leste do país,  também falou sobre a sua experiência como professora no Salluit, uma comunidade inuíte no ártico canadense — ela testemunhou o enterro de dez alunos no período de seis anos em que trabalha por lá. “A memória que continua a me assombrar é a de quando vejo esses canadenses colocando os corpos de seus entes queridos na terra, sob a tundra. No dia seguinte, ao chegar na sala de aula, há um silêncio, mas que ecoa aqui.”

Maggie trabalha em uma comunidade que possui apenas 1.300 habitantes e onde a temperatura no inverno chega a menos 25 graus Celsius. As escolas da região sofrem com a desistência de professores — a instituição onde Maggie atua está sem diretor, por exemplo. Por lá, a docente desenvolveu vários projetos para incentivar a permanência escolar, como um programa de nutrição, em que os estudantes preparam lanches para os colegas, e a criação de um centro esportivo para as crianças e adolescentes das escolas e a comunidade em geral.
‘A memória que continua a me assombrar é a desses canadenses enterrando seus entes queridos sob a tundra. No dia seguinte, ao chegar na sala de aula, há um silêncio, mas que ecoa aqui’


Maggie MacDonnel
O prêmio é concedido pela Varkey Foundation e encerra o evento Global Education & Skills Forum, que recebe anualmente educadores, empresários, pensadores e políticos para debater educação. Esta foi a terceira edição do Global Teacher Prize — nos anos anteriores, venceram a palestina Hanan Al Hroub (2016) e a americana Nancie Atwell (2015). Neste ano, foram mais de 20.000 inscritos. Os dez finalistas incluíam, além de Maggie e de Wemerson, professores de lugares como Reino Unido, Quênia e Paquistão.
Wemerson Nogueira, de 26 anos, tem experiência de cinco anos lecionando química e ciências em escolas públicas da região de Nova Venécia, a 200 quilômetros de Vitória. Ele passou por cerca de quinze escolas — algumas sofriam com problemas como a alta taxa de evasão, tráfico de drogas e notas baixas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Neste ano, ele deixou a educação básica e começou a trabalhar com turmas de pedagogia e engenharia elétrica e da computação em uma universidade privada na capital do Espírito Santo.
O capixaba desenvolveu diversos projetos dentro e fora da sala de aula, envolvendo alunos, outros docentes e a comunidade. Entre eles, estão o de trabalhar com os alunos usando aplicativos, distribuição de panfletos de conscientização sobre o uso de drogas e o ensino da tabela periódica a partir dos metais encontrados na água contaminada do Rio Doce após o rompimento da barragem de Mariana (MG). O professor ainda organizou a construção de filtros para serem distribuídos à comunidade ribeirinha. Por esse projeto, de 2016, ele ganhou oito prêmios, entre eles o Educador Nota 10, uma iniciativa feita em parceria entre a Fundação Victor Civita e a Fundação Roberto Marinho. Veja também:

terça-feira, 14 de março de 2017

Dados da Prova Brasil - QEdu

Os dados mais recentes da Prova Brasil nos revelam um
cenário muito desafiador na Educação pública brasileira. 
Se tratando da realidade nacional, por exemplo, apenas 30% 
dos jovens brasileiros no 9º ano possuem aprendizado 
adequado em Português; apenas 14% em Matemática. 
Os números são equivalentes quando olhamos os 
Estados e municípios, com raras exceções.
No QEdu é possível ter acesso a esses e muitos outros 
dados que mostram a situação atual da Educação brasileira. 
Na ferramenta você pode comparar a situação dos Estados 
e municípios, analisar as taxas de rendimento, as distorções idade-série
os números do Ideb e suas respectivas metas e muito mais.
É importante ter acesso a esses indicadores pois só assim podemos 
saber em que momento estamos e planejar as melhores soluções 
para chegarmos ao futuro que desejamos.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

O que muda na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional com a reforma do ensino médio?


A reforma do ensino médio foi sancionada por Michel Temer nesta quinta-feira, dia 16, mas poucas pessoas conseguiram entender exatamente como ela funcionará. Em primeiro lugar,  o que definirá o conteúdo programático definitivo e as normas aplicadas ao ensino médio, de fato será a Base Nacional Comum Curricular. Conhecida como BNCC, a nova normatização altera pontos até então regidos exclusivamente pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394, de 20 de dezembro de 1996), que rege as regras do ensino e pela lei do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), de 2007, que determina os recursos utilizados para a educação no país. Vejamos o que muda na Lei de Diretrizes e Bases à partir da Reforma do Ensino Médio:

Antes da Medida Provisória, não havia nenhuma norma que determinasse quais matérias seriam obrigatórias no ensino brasileiro. Apenas a Lei de Diretrizes e Bases citava a obrigatoriedade de português, matemática, artes, educação física, filosofia e sociologia nos três anos do ensino médio. 

 A retirada de disciplinas consideradas como áreas das humanidades, como filosofia, sociologia e artes, foi reconsiderada na versão final da Medida Provisória, que agora prevê o ensino dessas matérias como estudos e práticas inseridos dentro de outras disciplinas.

 “A mudança mais significativa na Lei de Diretrizes e Bases, sem dúvida nenhuma foi a extração da obrigatoriedade da Filosofia, Sociologia, Artes e Educação Física do Ensino Médio. Isso foi retirado do Ensino Médio, mas foi mantido no Ensino Fundamental. E para evitar o desgaste que se gerou pela exclusão dessas disciplinas, se transferiu elas para a Base Nacional Comum Curricular. O Problema é que na BNCC elas podem aparecer de qualquer forma. Elas podem, inclusive aparecer de uma forma completamente tangenciada. Como algo que perpassa todas as disciplinas e não funciona assim. Essas são disciplinas fundamentais que tem uma centralidade em si”, explica Daniel Cara, coordenador Geral da Campanha pela Nacional pelo Direito à Educação.

 Entre os pontos mais importantes da Medida Provisória estão a ampliação da carga horária, a adoção de cursos em tempo integral. Até o momento a carga horária obrigatória do Ensino Médio é de 800 horas anuais.

 Com a Medida Provisória a carga horária anual passará a ser de 1400 horas. Sendo que as escolas terão 5 anos para atingir ao menos 1000 horas ao ano e um prazo ainda indefinido para chegar ao total da meta.

 Parte da discussão foi concentrada na formação dos educadores. Antes da Reforma seria mandatório que o professor tivesse diploma de licenciatura para dar aulas na rede pública de ensino.

 O texto aprovado pelo Senado manteve a autorização do projeto original para que professores sem diploma específico ou licenciatura, possam ministrar aulas para cursos ligados à suas áreas de conhecimento ou profissionalizantes. Tudo baseado no “notório saber”, ou seja, o reconhecimento das capacidades desses profissionais em áreas específicas do conhecimento. Para tanto, a opção da emenda seria um curso de complementação pedagógica, que habilitaria profissionais sem licenciatura a dar aulas na rede pública. 

 Inglês: O Ensino de Língua estrangeira era obrigatório apenas durante os três anos do Ensino Médio. As escolas podiam escolher se a língua estrangeira seria o Inglês ou Espanhol.

 Com a Reforma do Ensino Médio, o ensino da língua inglesa será obrigatório a partir do sexto ano do ensino fundamental. Se a escola oferecer mais de uma língua, a primeira deverá ser o Inglês e é recomendável, mas não obrigatório que a segunda seja o Espanhol.[Fonte: Yahoo]


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