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segunda-feira, 20 de março de 2017

Canadense ‘exilada no frio’ é eleita a melhor professora do mundo



© image/jpeg O aventureiro e montanhista Bear Grylls, a vencedora Maggie MacDonnell e o Sheik Mohammed bin Rashid Al Maktoum, primeiro-ministro e vice-presidente dos Emirados Árabes Unidos e emir de Dubai

A canadense Maggie MacDonnell foi anunciada neste domingo a vencedora do  Global Teacher Prize, competição que escolhe o melhor professor do mundo. O Brasil concorria ao prêmio com  capixaba Wemerson da Silva Nogueira, que se tornou nacionalmente conhecido no ano passado, ao levar o prêmio Educador Nota 10, concedido em parceria pela Fundação Victor Civita com a Fundação Roberto Marinho por um projeto sobre a contaminação do Rio Doce após o rompimento da barragem de Mariana (MG).
Em seu discurso de agradecimento na cerimônia de premiação realizada em Dubai, nos Emirados Árabes, neste domingo, Maggie MacDonnell exaltou a classe. “Nós temos importância, professores importam”, disse. Em seguida, a docente puxou um coro na plateia da frase “Teachers matter” (“professores importam”).  
Maggie trabalha em uma comunidade que possui apenas 1.300 habitantes e onde a temperatura no inverno chega a menos 25 graus Celsius. A docente desenvolveu vários projetos para incentivar a permanência escolar 
A canadense, que é natural da província de Nova Escócia, uma ilha ao leste do país,  também falou sobre a sua experiência como professora no Salluit, uma comunidade inuíte no ártico canadense — ela testemunhou o enterro de dez alunos no período de seis anos em que trabalha por lá. “A memória que continua a me assombrar é a de quando vejo esses canadenses colocando os corpos de seus entes queridos na terra, sob a tundra. No dia seguinte, ao chegar na sala de aula, há um silêncio, mas que ecoa aqui.”

Maggie trabalha em uma comunidade que possui apenas 1.300 habitantes e onde a temperatura no inverno chega a menos 25 graus Celsius. As escolas da região sofrem com a desistência de professores — a instituição onde Maggie atua está sem diretor, por exemplo. Por lá, a docente desenvolveu vários projetos para incentivar a permanência escolar, como um programa de nutrição, em que os estudantes preparam lanches para os colegas, e a criação de um centro esportivo para as crianças e adolescentes das escolas e a comunidade em geral.
‘A memória que continua a me assombrar é a desses canadenses enterrando seus entes queridos sob a tundra. No dia seguinte, ao chegar na sala de aula, há um silêncio, mas que ecoa aqui’


Maggie MacDonnel
O prêmio é concedido pela Varkey Foundation e encerra o evento Global Education & Skills Forum, que recebe anualmente educadores, empresários, pensadores e políticos para debater educação. Esta foi a terceira edição do Global Teacher Prize — nos anos anteriores, venceram a palestina Hanan Al Hroub (2016) e a americana Nancie Atwell (2015). Neste ano, foram mais de 20.000 inscritos. Os dez finalistas incluíam, além de Maggie e de Wemerson, professores de lugares como Reino Unido, Quênia e Paquistão.
Wemerson Nogueira, de 26 anos, tem experiência de cinco anos lecionando química e ciências em escolas públicas da região de Nova Venécia, a 200 quilômetros de Vitória. Ele passou por cerca de quinze escolas — algumas sofriam com problemas como a alta taxa de evasão, tráfico de drogas e notas baixas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Neste ano, ele deixou a educação básica e começou a trabalhar com turmas de pedagogia e engenharia elétrica e da computação em uma universidade privada na capital do Espírito Santo.
O capixaba desenvolveu diversos projetos dentro e fora da sala de aula, envolvendo alunos, outros docentes e a comunidade. Entre eles, estão o de trabalhar com os alunos usando aplicativos, distribuição de panfletos de conscientização sobre o uso de drogas e o ensino da tabela periódica a partir dos metais encontrados na água contaminada do Rio Doce após o rompimento da barragem de Mariana (MG). O professor ainda organizou a construção de filtros para serem distribuídos à comunidade ribeirinha. Por esse projeto, de 2016, ele ganhou oito prêmios, entre eles o Educador Nota 10, uma iniciativa feita em parceria entre a Fundação Victor Civita e a Fundação Roberto Marinho. Veja também:

terça-feira, 14 de março de 2017

Dados da Prova Brasil - QEdu

Os dados mais recentes da Prova Brasil nos revelam um
cenário muito desafiador na Educação pública brasileira. 
Se tratando da realidade nacional, por exemplo, apenas 30% 
dos jovens brasileiros no 9º ano possuem aprendizado 
adequado em Português; apenas 14% em Matemática. 
Os números são equivalentes quando olhamos os 
Estados e municípios, com raras exceções.
No QEdu é possível ter acesso a esses e muitos outros 
dados que mostram a situação atual da Educação brasileira. 
Na ferramenta você pode comparar a situação dos Estados 
e municípios, analisar as taxas de rendimento, as distorções idade-série
os números do Ideb e suas respectivas metas e muito mais.
É importante ter acesso a esses indicadores pois só assim podemos 
saber em que momento estamos e planejar as melhores soluções 
para chegarmos ao futuro que desejamos.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

O que muda na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional com a reforma do ensino médio?


A reforma do ensino médio foi sancionada por Michel Temer nesta quinta-feira, dia 16, mas poucas pessoas conseguiram entender exatamente como ela funcionará. Em primeiro lugar,  o que definirá o conteúdo programático definitivo e as normas aplicadas ao ensino médio, de fato será a Base Nacional Comum Curricular. Conhecida como BNCC, a nova normatização altera pontos até então regidos exclusivamente pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394, de 20 de dezembro de 1996), que rege as regras do ensino e pela lei do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), de 2007, que determina os recursos utilizados para a educação no país. Vejamos o que muda na Lei de Diretrizes e Bases à partir da Reforma do Ensino Médio:

Antes da Medida Provisória, não havia nenhuma norma que determinasse quais matérias seriam obrigatórias no ensino brasileiro. Apenas a Lei de Diretrizes e Bases citava a obrigatoriedade de português, matemática, artes, educação física, filosofia e sociologia nos três anos do ensino médio. 

 A retirada de disciplinas consideradas como áreas das humanidades, como filosofia, sociologia e artes, foi reconsiderada na versão final da Medida Provisória, que agora prevê o ensino dessas matérias como estudos e práticas inseridos dentro de outras disciplinas.

 “A mudança mais significativa na Lei de Diretrizes e Bases, sem dúvida nenhuma foi a extração da obrigatoriedade da Filosofia, Sociologia, Artes e Educação Física do Ensino Médio. Isso foi retirado do Ensino Médio, mas foi mantido no Ensino Fundamental. E para evitar o desgaste que se gerou pela exclusão dessas disciplinas, se transferiu elas para a Base Nacional Comum Curricular. O Problema é que na BNCC elas podem aparecer de qualquer forma. Elas podem, inclusive aparecer de uma forma completamente tangenciada. Como algo que perpassa todas as disciplinas e não funciona assim. Essas são disciplinas fundamentais que tem uma centralidade em si”, explica Daniel Cara, coordenador Geral da Campanha pela Nacional pelo Direito à Educação.

 Entre os pontos mais importantes da Medida Provisória estão a ampliação da carga horária, a adoção de cursos em tempo integral. Até o momento a carga horária obrigatória do Ensino Médio é de 800 horas anuais.

 Com a Medida Provisória a carga horária anual passará a ser de 1400 horas. Sendo que as escolas terão 5 anos para atingir ao menos 1000 horas ao ano e um prazo ainda indefinido para chegar ao total da meta.

 Parte da discussão foi concentrada na formação dos educadores. Antes da Reforma seria mandatório que o professor tivesse diploma de licenciatura para dar aulas na rede pública de ensino.

 O texto aprovado pelo Senado manteve a autorização do projeto original para que professores sem diploma específico ou licenciatura, possam ministrar aulas para cursos ligados à suas áreas de conhecimento ou profissionalizantes. Tudo baseado no “notório saber”, ou seja, o reconhecimento das capacidades desses profissionais em áreas específicas do conhecimento. Para tanto, a opção da emenda seria um curso de complementação pedagógica, que habilitaria profissionais sem licenciatura a dar aulas na rede pública. 

 Inglês: O Ensino de Língua estrangeira era obrigatório apenas durante os três anos do Ensino Médio. As escolas podiam escolher se a língua estrangeira seria o Inglês ou Espanhol.

 Com a Reforma do Ensino Médio, o ensino da língua inglesa será obrigatório a partir do sexto ano do ensino fundamental. Se a escola oferecer mais de uma língua, a primeira deverá ser o Inglês e é recomendável, mas não obrigatório que a segunda seja o Espanhol.[Fonte: Yahoo]


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