Curso de Gestão Escolar Gratuito e Com Certificado - Aperfeiçoe Sua liderança Como Gestor(a)

Neste Curso de Gestão Escolar você aprenderá entre outras coisas pontos importantes como: Gestão democrática, Gestão Participativa, Gestão e Formação Docente, Recursos financeiros na escola, etc.

O curso de gestão escolar é voltado para a formação continuada de dirigentes da educação básica, na modalidade de educação a distância, com carga horária de 40 ou 80 horas horas. A formação tem três eixos vinculados entre si: o direito à educação e a função social da escola básica; políticas de educação e gestão democrática da escola; projeto político-pedagógico e práticas democráticas da gestão escolar.

O Curso Online de Gestão Escolar, é totalmente Grátis e está disponibilizado em Vídeo aulas bem explicadas que você pode ser assistidas cada dia um pouco e os vídeos que forem assistidos ficarão registrados, na conclusão do Curso será emitido um Certificado Digital de conclusão em PDF totalmente gratuito para o aluno imprimir ou baixar para seu computador. Curso EAD a distância, tipo treinamento online, rápido com diploma válido em todo Brasil.

Nossos Certificados Válido em todo Brasil por decreto Presidencial são úteis para:

– Carga horária para complementar suas horas Extra Curriculares da Faculdade.
– Prova de títulos para Concursos públicos municipais, estaduais e federais
– Atualizar seu Currículo Profissional e aumentar suas chances de conquistar um melhor emprego.
– Para comprovar suas qualificações profissionais nas áreas que já atua ou deseja atuar.
– Para ascensão de carreira ou cargo na empresa que trabalha.

SE INSCREVA e bons estudos!!

Veja mais abaixo o conteúdo deste Curso Online com Certificado Grátis:

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO DE GESTÃO ESCOLAR

Aula 01 – Apresentação do Curso de Gestão Escolar

Aula 02 – Concepções de gestão – Parte 1

Aula 03 – Concepções de gestão – Parte 2

Aula 04 – Gestão Democrática: centralização versus descentralização

Aula 05 – Gestão democrática

Aula 06 – Gestão Participativa – Parte I

Aula 07 – Gestão Participativa – Parte II

Aula 08 – Gestão e Formação Docente – Parte I

Aula 09 – Gestão e Formação Docente – Parte II

Aula 10 – As políticas e indicadores de larga escala – Parte I

Aula 11 – As políticas e indicadores de larga escala – Parte II

Aula 12 – Recursos financeiros na escola

Aula 13 – Práticas de gestores – Parte I

Aula 14 – Práticas de gestores – Parte II

Cursos Gratuitos Ofertados Pelo Ministério da Educação - MEC


Sobre a Plataforma

Plataforma Aprenda Mais lançada pelo Ministério da Educação no dia 24 de setembro de 2021 foi desenvolvida pelo IFRS, em projeto executado pela Coordenadoria de Educação a Distância (EaD). O lançamento ocorreu durante a primeira edição da Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica. O projeto é fruto de uma parceria entre o MEC, IFRS e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).

A plataforma é uma ferramenta para a oferta, por instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (RFEPCT), de cursos de curta duração (de 20h a 60h) abertos e on-line gratuitos. Há opções em diversas áreas do conhecimento, com emissão de certificados para os concluintes. O projeto teve início em 2020 com o objetivo de ampliar a disponibilização de cursos a distância de qualificação profissional ofertados por diferentes instituições da Rede, reunindo-os em um mesmo espaço virtual.


 

Indicação de Livro: "Impactos da Inteligência Artificial na Educação"

 


Neste conjunto de textos, exploramos o impacto da inteligência artificial (IA) na educação, abordando tanto os benefícios quanto os desafios associados a essa tecnologia emergente. Iniciamos discutindo os impactos da IA na prática de ensino dos professores, destacando como a tecnologia pode auxiliar na personalização do ensino, no monitoramento do progresso dos alunos e na automação de tarefas administrativas.

Em seguida, analisamos os efeitos da IA na aprendizagem dos alunos, ressaltando como a tecnologia pode promover a individualização do ensino, o acesso a recursos educacionais personalizados e a aquisição de habilidades do século XXI. No entanto, também abordamos os possíveis impactos negativos, como a dependência excessiva da tecnologia e a redução da interação social.

Discutimos a importância de preparar as escolas para os impactos da IA, envolvendo gestores, professores e alunos. Apontamos a necessidade de investimento em infraestrutura tecnológica, capacitação dos docentes e desenvolvimento de políticas educacionais que promovam uma integração eficaz da IA na prática pedagógica.

Destacamos as mudanças necessárias na prática docente, na didática e na metodologia de ensino diante do advento da IA. Enfatizamos a importância de desenvolver habilidades socioemocionais, incentivar a colaboração e o pensamento crítico, e adotar abordagens mais centradas no aluno.

Além disso, apresentamos atividades lúdicas que podem ser realizadas sobre IA, visando engajar os alunos e promover a compreensão dos conceitos relacionados. Essas atividades incluem jogos, simulações, debates e projetos práticos.

Por fim, refletimos sobre a ética na IA, destacando a importância de considerar questões como privacidade, equidade e transparência no uso dessa tecnologia. Enfatizamos a necessidade de um diálogo contínuo sobre ética e responsabilidade na implementação da IA na educação.

Em resumo, este conjunto de textos nos convida a refletir sobre o potencial da inteligência artificial na educação, seus impactos e desafios. Ao mesmo tempo em que a IA oferece oportunidades promissoras, é crucial adotar uma abordagem equilibrada e ética para garantir que essa tecnologia seja utilizada de maneira responsável e em benefício dos alunos e da sociedade como um todo.

Curso de Automação Industrial, Online, Grátis e Com Certificado Gratuito Para Imprimir


Este Curso de Automação Industrial vai lhe mostrar os principais ítens e recursos para que você possa projetar e gerenciar instalações que usam sistemas automatizados nos processos industriais e também vai aprender sobre automatização de processos contínuos e muito mais.

Este Curso de Automação Industrial visa formar profissionais com competências para implementar, manter e integrar sistemas automatizados, individualmente ou em equipe, que tem a finalidade de gerar soluções que aumentem a produtividade e a competitividade de uma empresa. O profissional que atua na Automação Industrial tem em suas atividades a execuções de projetos, instalação e supervisão de sistemas de automação.

O Curso Online de Automação Industrial é totalmente Grátis e está disponibilizado em Vídeo aulas bem explicadas que você pode assistir cada dia um pouco e os vídeos que forem assistidos ficarão registrados, na conclusão do Curso será emitido um Certificado Digital de conclusão em PDF totalmente gratuito para o aluno imprimir ou baixar para seu computador.

Bom aprendizado!

Veja mais abaixo o conteúdo deste Curso Online com Certificado Grátis:

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

Aula 01 – Relés

Aula 02 – Contatora

Aula 03 – O Que São Comandos Elétricos ?

Aula 04 – O Que São Botoeiras e Sinalizadores ?

Aula 05 – O Que É Contato De Selo ?

Aula 06 – O que é CLP ?

Aula 07 – Como Programar um CLP ?

Aula 08 – Como Usar a Memória do CLP ?

Aula 09 – O que é o Contador de um CLP ?

Aula 10 – Como Programar o Timer do CLP ?

Aula 11 – Como Simular um CLP em Situações Reais da Produção ?

Aula 12 – O que é XIC e XIO no LADDER ?

Aula 13 – O que é OTE, OTL e OTU no LADDER ?

Aula 14 – Aprenda a Programar um Portão Automático!

Aula 15 – Aprenda a Programar Contato de Selo e Intertravamento no LADDER!

Aula 16 – Como Programar Saídas com Pisca no LADDER!

Aula 17 – Como Usar a Memória do CLP no LADDER ?


Curso de Bolo, Online, Grátis e com Certificado Gratuito Para Imprimir

 


Nesse Curso de Bolo você aprenderá as dicas de uma especialista em bolos para festas e para o lanche do dia a dia. Você vai aprender a fazer bolos com receitas muito simples e com um custo bem baixo sem deixar de ser sofisticado!

Você vai aprender com este Curso Online de Bolos a fazer receitas caseiras, artesanais e com muita criatividade. Você terá o passo a passo de cada receita para não perder nenhum detalhe e impressionar seus amigos e parentes, poderá ter com este Curso de bolo a oportunidade de arrumar um emprego em panificadora ou para fazer em casa e vendê-los e ter uma renda extra.

O Curso Online de Bolo é totalmente Grátis e está disponibilizado em Vídeo aulas bem explicadas que você pode assistir cada dia um pouco e os vídeos que forem assistidos ficarão registrados, na conclusão do Curso será emitido um Certificado Digital de conclusão em PDF totalmente gratuito para o aluno imprimir ou baixar para seu computador.

Bom aprendizado!

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO DE BOLO

01 – BOLO DE CHOCOLATE COM MORANGO

02 – BOLO FLORESTA NEGRA

03 – BOLO PUDIM DE CHOCOLATE DE LIQUIDIFICADOR

04 – BOLO DE CHOCOLATE NEGA MALUCA

05 – BOLO DE PAÇOCA | BOLO FESTA JUNINA

06 – PÃO DE LÓ DE CHOCOLATE

07 – BOLO SIMPLES E FOFINHO

08 – BOLO FOFINHO E MOLHADÃO

09 – BOLO DE LIMÃO

10 – BOLO DE MANDIOCA FÁCIL E CREMOSO SEM FARINHA

11 – BOLO DE LARANJA COM CHOCOLATE

12 – BOLO DE PRESTIGIO

13 – BOLO DE NINHO COM MORANGO

14 – COMO FAZER MASSA DE PÃO DE LÓ PROFISSIONAL COM 3 INGREDIENTES

15 – BOLO DE FESTA COM CHANTILLY

16 – BOLO DE CHOCOLATE PROFISSIONAL

17 – BOLO GELADO DE COCO DE LIQUIDIFICADOR

18 – BOLO DE TAPIOCA COM DOCE DE LEITE

19 – BOLO GELADO DE TAPIOCA COM COCO

20 – BOLO DE CENOURA SIMPLES DE LIQUIDIFICADOR

21 – BOLO DE MILHO DE LATINHA

22 – BOLO AMENDOIM COM CHOCOLATE

23 – BOLO VULCÃO DE LEITE NINHO

24 – BOLO DE CENOURA COM CHOCOLATE

25 – 3 RECEITAS DE RECHEIOS PARA BOLOS NO POTE



Curso de Educação em Espaços Não-Formais


Neste Curso de Educação em Espaços Não-Formais você aprenderá entre outras coisas pontos importantes como: Educação não formal: conceitos e histórico, Atividades para serem desenvolvidas no âmbito da educação, Letramento e interdisciplinaridade, etc.

A Educação em Espaços Não-Formais ou Educação Não-Formal é aquela que ocorre fora do sistema formal de ensino, sendo complementar a este. É um processo organizado, mas geralmente os resultados de aprendizagem não são avaliados formalmente.

O Curso Online de Educação em Espaços Não-Formais, é totalmente Grátis e está disponibilizado em Vídeo aulas bem explicadas que você pode ser assistidas cada dia um pouco e os vídeos que forem assistidos ficarão registrados, na conclusão do Curso será emitido um Certificado Digital de conclusão em PDF totalmente gratuito para o aluno imprimir ou baixar para seu computador. Curso EAD a distância, tipo treinamento online, rápido com diploma válido em todo Brasil.

Nossos Certificados Válido em todo Brasil por decreto Presidencial são úteis para:

– Carga horária para complementar suas horas Extra Curriculares da Faculdade.
– Prova de títulos para Concursos públicos municipais, estaduais e federais
– Atualizar seu Currículo Profissional e aumentar suas chances de conquistar um melhor emprego.
– Para comprovar suas qualificações profissionais nas áreas que já atua ou deseja atuar.
– Para ascensão de carreira ou cargo na empresa que trabalha.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO DE EDUCAÇÃO EM ESPAÇOS NÃO-FORMAIS

Aula 01 – A escola de ontem e hoje

Aula 02 – A educação e as transformações da sociedade

Aula 03 – Educação não formal: conceitos e histórico

Aula 04 – Educação não formal: lugares de atuação do pedagogo

Aula 05 – A educação não formal enquanto espaço alternativo para a educação

Aula 06 – Conhecendo e refletindo sobre espaços alternativos

Aula 07 – Atividades para serem desenvolvidas no âmbito da educação

Aula 08 – A importância da Leitura

Aula 09 – A literatura enquanto arte e suas contribuições para a Educação Não Formal

Aula 10 – A escrita, o falar de si e a Educação Não Formal

Aula 11 – Contribuições da Teoria do Letramento para a Educação Não Formal

Aula 12 – Letramento e interdisciplinaridade 




 




Curso de Educação Especial Inclusiva


Curso de Educação Especial Inclusiva, Online, Grátis e Com Certificado Gratuito Para Imprimir!

O Curso de Educação Especial Inclusiva visa oferecer aos educadores a oportunidade de obter conhecimento nesta área da pedagogia que lida que com as peculariedades específicas dos seu alunos, seja uma deficiência auditiva, visual, intelectual ou física até habilidades especiais que os diferenciam dos demais alunos e que exigem uma atenção especial de seus instrutores

Este Curso de Educação Especial Inclusiva destina-se especialmente a graduados que desejam se especializar na área da Educação Especial Inclusiva, e que buscam aprofundamento dos conhecimentos específicos.

Cursos EAD Gratuitos - Escola do Legislativo

EAD debate feminicídio no mês da MULHER.

A Escola do Legislativo Deputado Lício Mauro da Silveira, por intermédio do Núcleo de Ensino a Distância (EAD), promove o curso FEMINICÍDIO QUESTÃO DE GÊNERO a ser ministrado em março, mês que se comemora o dia internacional da mulher. O objetivo é promover a reflexão sobre as questões de gênero e igualdade de direitos. Os cursos são gratuitos e as inscrições podem ser feitas no seguinte endereço: ead.escola.alesc@gmail.com.


Nas aulas serão abordados os mecanismos legais para o enfrentamento da violência doméstica e familiar com a intenção de aprimorar a prática dos operadores da justiça, especialistas forenses ou quaisquer outros profissionais que atuem com questões relacionadas à investigação, ao processamento e ao julgamento de mortes violentas de mulheres em virtude do gênero.

Ementa:
Na ementa do curso oferecido pelo Legislativo catarinense consta a abordagem do tema sobre uma perspectiva histórica dos direitos humanos. Debate-se o  enfrentamento dos feminicídios na América Latina e no Brasil, além de realizar-se explanação sobre as diretrizes nacionais e internacionais de investigação, processamento e julgamento das mortes violentas em virtude do gênero e em situação de violência doméstica e familiar.

Mais informações Aline C. Ravara
Núcleo de Ensino a Distância (EAD)
Fone: (48) 3221 2997

Começa hoje (5/3/20) o período para inscrições nos cursos de EAD da Escola do Legislativo Lício Mauro da Silveira. O prazo vai até 16 de março. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo seguinte endereço eletrônico:
http://ead.escola.alesc.sc.gov.br/


ESCOLHA SEU CURSO:

Curso de carga horária 20h:
Ética no Serviço Público 20h / 15d

Cursos de carga horária 40h:                                                                                 
Administração de Conflitos 40h / 30d
Controles na Administração Pública 40h / 30d   
Desenvolvimento de Gestores Públicos 40h / 30d
Empreendedorismo e Desenvolvimento Regional 40h / 30d
Fundamentos da Gestão de Pessoas 40h / 30d
Gestão por Competências 40h / 30d
Relações Interpessoais 40h / 30d

Cursos de carga horária 60h:
Feminicídio e Questões de Gênero 60h / 45d
Língua Portuguesa: Tópicos Gramaticais 60h / 45d

Se você ainda tem alguma dúvida ou dificuldade para se inscrever entre em contato com a nossa equipe! 

Aline C. Ravara
Núcleo de Ensino a Distância (EAD)
Fone: (48) 3221 2997

Mural de Paulo Freire 'representa o fracasso total e absoluto' do Brasil no Pisa, diz Weintraub




O ministro da Educação, Abraham Weintraub, durante apresentação do "Compromisso Nacional pela Educação Básica"

RIO — O ministro da Educação, Abraham Weintraub, culpou a gestão do PT pelo desempenho brasileiro no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2018. O Brasil está estagnado há uma década entre os piores níveis de aprendizado avaliados.
— O símbolo máximo do fracasso da gestão do PT começou quando foi construída a lápide da educação. Ela está lá embaixo na entrada do MEC, que é esse mural do Paulo Freire. Representa esse fracasso total e absoluto — avaliou Weintraub.
Segundo ele, há países com gastos similares ao Brasil com desempenho melhores.
— Dinheiro só não resolve. É técnica, é ciência. (Esse resultado) é integralmente culpa do PT, integralmente culpa dessa doutrinação esquerdófila sem compromisso com o ensino. Quer discutir sexualidade e não quer ensinar a ler e escrever — disse.
A média brasileira ficou em 413 no quesito Leitura (57º do mundo), 384 em Matemática (70º) e 404 em Ciências (64º). As notas são levemente mais altas do que o último resultado, de 2015, mas insuficientes para serem consideradas um avanço, segundo o relatório da OCDE.
De acordo com o resultado do teste de 2018, divulgado nesta terça-feira (03/12/2019), 43% dos participantes brasileiros não aprenderam o mínimo necessário nas três áreas do conhecimento testadas: Leitura, Matemática e Ciências.
Neste mesmo quesito, a média dos países que formam a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é de apenas 13%.
De acordo com o relatório da organização, o desempenho médio do Brasil "em Matemática melhorou no período 2003-2018, mas a maior parte dessa melhoria ocorreu até 2009. Depois, em Matemática, como em Leitura e em Ciência, o desempenho médio ficou estável", diz o texto.
— Não dá para culpar o Temer. Esse exame foi feito no começo de 2018 e ele ficou pouco mais de um ano. Não dá para culpar o cara. Ele é culpado de ser vice da Dilma — afirmou.
Essa não é a primeira vez que Weintraub ataca o mural com uma imagem de Paulo Freire que fica na frente do MEC. Em agosto, ele afirmou em entrevista à rádio Jovem Pan, que 'não tem raiva dele'.
— Tem até um mural muito feio dele no MEC que está lá assustando a criançada que passa por lá. Isso que ele é mundialmente conhecido, veja, a aspirina foi feita pelos nazistas. Eu uso, porque? Funciona — afirmou o ministro.
No mesmo dia, ele ainda postou uma foto no Twitter do mural. "É ou não é feio de doer?", escreveu o ministro.
Em nota, o ex-ministro da Educação Aloizio Mercadante, que ocupou o cargo entre entre 2012 e 2014 e depois entre 2015 e 2016, afirmou que "o atual ministro ataca o PT, que está há quase quatro anos fora do governo, de forma ainda mais descabida agride Paulo Freire e, mais uma vez, não propõe absolutamente nada para a melhoria da educação".
"Os governos do PT patrocinaram uma extraordinária inclusão educacional. Em 2002, 36,9% da população tinham concluído o ensino fundamental, em 2015, atingimos 54,45%, o que reforça que ainda temos um imenso desafio na inclusão escolar. Entre os 5% mais pobres, apenas 6,8% tinham o ensino fundamental, em 2015, eram 30,3%.
Entre os jovens de 6 a 14 anos, praticamente universalizamos o acesso, com 98,2% das crianças e jovens matriculados nas escolas. No ensino médio, tivemos um crescimento de 120% das matrículas, entre 1990 e 2014. Mas o desafio do acesso permanece. Tínhamos, em 2002, 42% dos jovens entre 15 e 17 anos matriculados nessa etapa. Em 2014, atingimos 61,02%, que estão na idade certa, nessa etapa escolar. Hoje, temos 8,1 milhões de estudantes matriculados, mas 1,6 milhões ainda estão fora da escola", afirmou o ex-ministro em nota.
Weintraub garantiu que o Brasil vai aumentar o desempenho na próxima avaliação do Pisa, que será realizada em 2021.
— O próximo é responsabilidade minha e isso tem que inflexionar — afirmou.
Para isso, ele elencou uma série de programas que defende para pasta. Afirmou que debateu políticas de alfabetização, inclusive com Nuno Crato, ex-ministro da Educação de Portugal, e que as diretrizes serão passadas a estados e municípios pela internet.
— Vamos melhorar esse rendimento com livro didático, com técnicas diferentes que foram discutidas e começarão a ser implementados no Brasil inteiro.
Há duas semanas, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou que o Brasil estaria "no último lugar da América do Sul" no Pisa. Segundo ele, a declaração se tratava de um "palpite".
No entanto, a nota da Argentina em Matemática foi 379 enquanto a do Brasil foi de 384.  Colômbia, Argentina e Peru tiveram desempenhos piores que os brasileiros em Leitura. Já em Ciências, Argentina e Peru ficaram empatadas com o Brasil com 404.
Ele, no entanto, defendeu na coletiva que não estava errado.
— O Brasil ficou em último lugar em Matemática, na América do Sul. A Argentina ficou empatada em último. Em Ciências também. Ou seja, dois de três quesitos — afirmou o ministro.
O Chile teve o melhor desempenho do continente em Leitura e Ciências. Já em Matemática, quem lidera é o Uruguai. Mesmo assim, estão abaixo da média da OCDE.[Fonte: Yahoo]

Universidade vai oferecer o 1º curso de inteligência artificial do Brasil

A primeira turma de graduação em Inteligência Artificial do Brasil vai começar suas aulas em 2020 na Universidade Federal de Goiás (UFG). A criação do curso foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Universitário.
Segundo o Anderson Soares, o futuro professor de Inteligência Artificial na UFG e doutor em Engenharia Eletrônica e Computação, a falta de mão de obra na área é um problema global e o Brasil já está atrasado.
O professor fala que mais de 30 países já possuem iniciativas do governo para promover estratégias de uso e desenvolvimento de inteligência artificial (IA). E as mudanças na sociedade virão rapidamente: segundo pesquisa da IBM, mais de 7 milhões de brasileiros vão precisar de recapacitação nos próximos 3 anos.
“O profissional especializado em inteligência artificial tem formação em nível de doutorado, por que antes era uma pesquisa feita a longo prazo. Tivemos um avanço muito forte desde 2012, com novas e diferentes aplicações para a tecnologia, o que tornou necessária a formação para níveis mais generalistas”, explica o professor.
“O curso profissionalizante tem grande valor, mas a IA envolve muitas competências. Uma formação mais sólida será necessária, abordando computação e matemática junto com visão de negócios e soluções para o mercado. São muitas frentes para atacar em curto período de tempo”, fala ele.Mesmo já existindo cursos de pós-graduação ou online e de curta duração, ele defende que a área é complexa e o mercado precisará de grandes líderes na transformação causada pela tecnologia.
Com duração de quatro anos, o professor conta que manter o conteúdo do curso atualizado foi uma preocupação na elaboração do currículo acadêmico, uma vez que as linguagens de programação mudam e avançam constantemente.
A solução foi elaborar a estrutura do curso em torno de questões mais amplas da área, pensando em soluções para o uso de dados. A parte técnica pode mudar, mas o ensino da lógica por trás das competências é perene.
Eles também tiveram grande preocupação com as demandas do mercado e as necessidades das empresas. No curso, os alunos vão aprender programação, mas sempre com um viés de empreendedorismo.
Assim, os alunos vão aprender sobre veículos autônomos, ciência de dados, assistentes pessoais, modelos preditivos e machine learning, entre outras vertentes do IA. O objetivo é que eles saiam da universidade não apenas desenvolvendo algoritmos e interfaces inteligentes, mas entendendo as diferentes aplicações da tecnologia nos negócios.
Como o papel da universidade também é gerar conhecimento científico, o professor conta que existem planos para criar um centro de excelência nacional em inteligência artificial, que será lançado ainda este ano.
A universidade deve ter um orçamento inicial de 23 milhões de reais para pesquisas na área. A expectativa é que o investimento alcance R$ 100 milhões em 7 anos.
“Esse centro poderá aumentar a competitividade do assunto no país, representando uma parceria da iniciativa privada e do poder público para desenvolver ciência de ponta e obrigar o curso a estar em sinergia com projetos demandados pelas duas frentes”, diz Soares.
Para ele, o novo curso acompanha um movimento global, com grandes universidades americanas, como o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e Universidade Carnegie Mellon, também abrindo graduação de bacharelado na área para 2020.
No Brasil, a forma de ingressar no curso pioneiro será através do SISU. Os candidatos podem se inscrever gratuitamente no sistema do Ministério da Educação usando sua nota do Enem. As inscrições para 2020 ainda não estão abertas.
O projeto pedagógico para o curso está na sua fase final de apreciação e mais informações devem ser divulgadas até novembro pelo site do Instituto de Informática da UFG: inf.ufg.br

Escola para a vida: como deve ser o ensino no século 21?

Mais do que alunos prontos para gabaritar provas e destacar-se em rankings, que cidadãos queremos formar? Os tempos mudaram, a neurociência aponta os caminhos da aprendizagem e o ensino precisa ser repensado para fazer o mundo melhor.

 Na educação do século 21, os alunos se tornam protagonistas do seu aprendizado e precisam ser ouvidos, podendo e devendo ser cocriadores das soluções (Foto: iStock)

 Para educar as crianças de qualquer geração, é preciso mirar o mundo em que elas viverão quando forem jovens e adultos produtivos. Diante das intensas e profundas transformações vividas nas últimas décadas, entretanto, fica bem difícil imaginar qual será a realidade de 2040 ou 2050. Para se ter uma medida das mudanças, cerca de 85% das profissões de 2030 ainda nem foram inventadas, segundo estudo do Instituto para o Futuro (IFTF). Apenas uma coisa fica clara: a realidade presente e do futuro, mesmo próximo, já não tem nada a ver com a do século passado. Apesar dessa certeza incontestável, as escolas ainda continuam seguindo a mesma lógica de ensino e passando os mesmos conteúdos de, pelo menos, 50 anos atrás.
“A educação básica é feita para preparar as pessoas para a vida e, atualmente, ela prepara para uma vida que não existe mais. É como querer instalar um aplicativo moderno num celular velhinho; ele trava. O sistema educacional hoje está travado”, resume Anna Penido, diretora do Instituto Inspirare, dedicado a contribuir para que a educação faça mais sentido aos estudantes. Ela ressalta que a única coisa do século 21 que tem na escola, hoje, são os próprios alunos. E que, além de pensar no mercado de trabalho, é preciso preparar as pessoinhas em formação para construir um mundo melhor. “Precisamos instrumentalizá-los para que sejam capazes de fazer transformações positivas no seu entorno.”

Nesse ambiente tão incerto da atualidade, o desenvolvimento do intelecto e o acúmulo de conhecimento – focos principais do ensino convencional – vão perdendo a relevância, já que essas áreas são cada vez mais dominadas pelas máquinas. Para poder encarar os desafios e se adaptar às mudanças, cabe aos seres humanos potencializar o que há de mais humano em si mesmos: criatividade, autoconhecimento, autonomia, pensamento crítico, capacidade de resolver problemas, de ter iniciativa, flexibilidade, empatia, entre outras coisas mais.
Apesar dessas constatações, as instituições de ensino de hoje – sejam­ elas públicas ou particulares – mais se assemelham a uma linha de montagem de estudantes para obterem boas notas no boletim ou em exames de ingresso nas faculdades. Sendo assim, sobra pouco espaço­ ou quase nenhum tempo para se dedicar a desenvolver qualquer uma dessas “competências”, como estão sendo chamados as habilidades pessoais que prometem fazer (e já fazem) uma diferença positiva na vida­ das pessoas.
Mas como ensinar isso na escola? Essa é a resposta que o mundo inteiro busca, mesmo os países com ótimos resultados no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Esse sistema que compara o desempenho escolar de alunos de mais de 80 nacionalidades se resume a provas de matemática, ciências e leitura. Uma análise bem restrita diante da proposta de “educação integral”, que trabalha, além do aspecto intelectual, o social, o emocional, o cultural e o físico ao mesmo tempo. E que aos poucos vai se tornando um consenso mundial da direção a ser seguida pelas escolas para entrarem, de fato, no século 21. (Conheça uma escola pública e uma particular inovadoras nos textos ao final da reportagem)

Dar a mão à palmatória

Para o educador e pedagogo espanhol Antoni Zabala, referência mundial na área (leia entrevista aqui), o conteúdo do que é ensinado deve mudar radicalmente. “Seguimos atados a conteúdos históricos e outros pré-históricos. As matérias tradicionais morreram ou deveriam morrer, necessitamos de outros conteúdos de aprendizagem.” A afirmação, em geral, faz muita gente arregalar os olhos. Diminuir o volume teórico das aulas parece estar atrelado à queda da qualidade de ensino. Mas Zabala não ameniza seu parecer e sugere uma reflexão: “Você gostaria de ir a um dentista que usa métodos de 40 anos atrás? Temos ou não temos que mudar? Temos que continuar ensinando o mesmo da mesma maneira?”
Ele conta que, para melhorar o que escreve, não sabe usar a morfossintaxe que aprendeu na escola, embora tirasse sempre boas notas no tema. Isso porque a matéria foi ensinada para que ele pudesse fazer análise sintática das orações, mas não para melhorar um texto. “O objetivo do estudo como é hoje é errado: se ensina matemática, português e química, mas não para a vida. Embora para entender a vida seja necessário aprender matemática, português e química.”
Um dos responsáveis pela transformação curricular do ensino espanhol no período pós-Franco – reforma que ainda não conseguiu sair de fato do papel –, Zabala enfatiza que o mundo hoje exige mais capacidades do que conhecimentos teóricos isolados da realidade das pessoas. Assim como não é possível ser competente ou capaz sem conhecimento, este não serve de nada, por si só, se não puder ser usado para a compreensão e intervenção nos problemas da vida real, seja nos âmbitos pessoal, interpessoal, social ou profissional.


“Se perguntar aos empresários do mundo inteiro que características querem nos seus funcionários, a resposta é que fundamentalmente precisam de pessoas que saibam aprender a aprender, porque vamos ter sempre mudanças. Pessoas que saibam resolver problemas, trabalhar em equipe, que sejam solidárias e generosas”, argumenta. Como se aprende essas coisas? Na visão dele, só na prática é possível. “A dinâmica das aulas deve levar os alunos a fazer coisas dentro de sua individualidade”, afirma.
Zabala aponta que, com os avanços científicos em neurociência e comportamento dos últimos anos sobre como as pessoas aprendem, é possível deduzir novas formas de ensinar. Construtivismo é o nome que se dá aos estudos que procuram entender como se estrutura o conhecimento e, como o nome já sugere, segue a lógica de uma construção. “O construtivismo diz que devemos partir do conhecimento prévio dos alunos. Quando uma pessoa quer construir uma casa, a fundação não é a mesma para um terreno rochoso e para um arenoso. Portanto, devemos construir de acordo com o terreno”, exemplifica.
Dessa lógica da construção também surge a ideia de trabalhar as aulas por meio de projetos multidisciplinares. A proposta é permitir que os alunos escolham trabalhos práticos para desenvolver sobre temas de seu interesse. Por meio deles, os professores passarão os conceitos teóricos antes transmitidos de forma desconexa e teórica em intermináveis e maçantes aulas expositivas. Algo muito próximo de ir ao dentista sem medo e sem dor, para manter a comparação feita por Zabala.
Para se chegar a um novo sistema de ensino mais contemporâneo, é preciso também muita desconstrução de velhos conceitos, como carteiras enfileiradas, estudantes sentados e calados por horas, sinais sonoros marcando início e fim de atividades, séries definidas por idade, lições padronizadas por séries e relações hierarquizadas e autoritárias. A diversidade nos grupos de projetos – reunindo alunos de diferentes idades e diferentes níveis de aprendizado – vem substituir as tradicionais turmas de classe e costuma promover uma troca maior e um desenvolvimento mais personalizado de cada um.

“Não existe mais aluno de primeiro, segundo ou terceiro ano – existem João, Pedro, Maria, Teresa. Existem alunos, mas não grupos de alunos. Cada um é diferente, tem suas habilidades, talentos, valores, família, experiência distintas”, afirma Zabala. Para ele, o problema da forma de ensinar não está tanto na introdução das tecnologias, que são um meio eficaz de oferecer a cada um os conhecimentos mais apropriados a suas características, adequados ao seu ritmo e estilo. A questão maior é a resistência de boa parte do professorado.
Nessa mudança profunda de estímulo pedagógico, baseado em práticas e vivências, os alunos se tornam protagonistas do aprendizado, precisam ser ouvidos, podendo e devendo ser cocriadores das soluções. Ao professor já não cabe mais transmitir conhecimento; ele assume um papel de mentor, que interage, motiva, direciona e apoia o processo de descoberta dos estudantes.
“Não estamos pedindo ao educador nada diferente do que todas as profissões tiveram que fazer, que foi se reinventar a partir do aparecimento das tecnologias, das novas demandas, dos novos cenários”, argumenta Anna Penido. A diretora do Instituto Inspirare considera que o professor ainda é insubstituível, e provavelmente continuará a ser. Mas apenas se resgatado o papel do educador como alguém que pode transformar a vida do aluno é que a profissão ganhará valorização social. A recompensa financeira deve vir acompanhada.

Ponto de partida

O Brasil já iniciou de alguma forma o processo de inovação do ensino por meio do currículo, a grande bússola capaz de puxar a mudança. Ele determina os alunos que o país quer formar e, a partir dele, se definem infraestrutura de escola, formação de professor e práticas pedagógicas para se construir uma escola diferente. Mas, assim como na Espanha, ainda é preciso sair do papel.
Anna explica que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) tem um capítulo introdutório muito contemporâneo, apontando que a orientação para a educação básica é a promoção do desenvolvimento integral, trabalhando a multidimensionalidade do estudante por meio de competências gerais que são realmente o estado da arte no que hoje é a visão mundial desse assunto.


Mas as instituições escolares ainda têm dificuldade de trazer as competências gerais para o trabalho das disciplinas convencionais de português, matemática, ciências humanas, da natureza, etc. “Não sabemos ainda como trabalhar empatia, criatividade, cultura digital como algo basilar. Porque o que fizemos até agora nesse sentido foi como algo complementar. Então, ainda temos essa dificuldade de propor o novo.”
A BNCC do ensino infantil e fundamental já está homologada e sendo trabalhada para aplicação nas escolas. Mas a BNCC do ensino médio, que ainda não foi aprovada nem homologada, propõe mudanças para além daquele capítulo introdutório e ainda gera polêmica. “Imposta por meio de uma medida provisória, a polêmica da BNCC às vezes está mais no atropelo do processo do que no conteúdo. Mas pior seria se o país não estivesse discutindo essas questões. Temos que falar sobre isso”, afirma.
Não se justifica mais querer encontrar razões para não fazer essa transição, por mais drástica que pareça, porque o processo educacional já não pode mais ficar parado no tempo. As limitações das avaliações, da burocracia e da falta de recursos são dificultadores, mas não podem ser impeditivos. “As taxas crescentes de depressão e até de suicídios entre crianças e jovens, no Brasil e no mundo, são um fenômeno da inadequação e inadaptação à sociedade como um todo, e à escola em particular”, afirma Anna. Para ela, os níveis de angústia, ansiedade e infelicidade entre os estudantes estão levando as famílias – que na maior parte pensam com a cabeça do século 20 – a refletir se querem isso mesmo para seus filhos. Quando pais se unem a educadores e governos, a transformação do sistema de ensino se torna ainda mais consistente e possível. [Fonte: Revista Planeta]